Música – Sepultura / Kairos / Jean Dolabella

novembro 16, 2011

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O Sepultura sempre foi a minha banda preferida do coração. Às vezes mais, outras menos mas estamos lá, sempre juntos desde 94, 95 quando peguei o bonde andando e não desci mais.

O primeiro contato foi através da MTV que anunciava o clipe de Roots Bloody Roots e me incentivou a comprar o primeiro CD da banda, Roots.

Rapidamente percebi que existia uma grande e gloriosa história que precedia e construía uma base sólida e que nos traria ao fantástico Roots. Essa história era ilustrada por álbuns como Chaos AD, Arise, Schizophrenia, Benneath the Remains, Bestial Devastation e outros afora.
Pouco depois que elegi esta como a banda guia veio a primeira tragédia, Max Cavalera abandona o grupo.

Ferida incurável! Mas amenizada pela entrada do excelente Derrick Green.

O livro ‘Sepultura – toda a história’ ilustra melhor estes anos gloriosos até a transição para o vocalista americano.

Me senti culpado por não ter curtido a banda antes e vivenciado momentos históricos como o show que o Sepultura (com Max) fez com o Ramones e Raimundos em Belo Horizonte.

Haja visto que nenhuma das três bandas existem mais (pelo menos da forma como eram), quem foi neste show hoje em dia deveria excursionar pelo país fazendo palestras dizendo como foi aquela tarde histórica.

Como eu não podia mais me dar ao luxo de perder momentos históricos, quando o Sepultura anunciou o primeiro show em BH, em 1999 com o vocalista novo, eu, é claro, não poderia ficar de fora.

E sim! Foi histórico. Me lembro de estar grudado no palco como um metaleiro inconsequente quando de repente Andreas, Paulo, Igor e Derrick entram andando no palco, sem cerimônia e o ambiente vira uma panela de pressão prestes a explodir aos primeiros acordes de “Spit”. Foi foda, foi tenso, foi ducar*lho!

Vieram os discos Against, Roorback, Sepulnation, Dante XXI e etc, quando não mais que de repente Igor também anuncia, ‘estou fora!’

E agora, o que será do Sepultura? Jogar as baquetas, fechar o buteco? Não!! Para alegria geral da SEPULNATION eles conseguiram encaixar outro grande baterista Jean Dolabella e para alegria maior ainda dos belorizontinos old school de plantão o rapaz também era mineiro, beozonte, roqueiro, gente boa e de outra banda importante na história da cidade, o Diesel. Só restava saber se a química entre os novos quatro seria tão forte como aquela que um dia consagrou a banda.

O primeiro teste foi em outro show lendário que tive o prazer de testemunhar em Belo Horizonte. O primeiro do Sepultura com Jean na capital mineira. Sai de lá com excelentes sentimentos e com a impressão de que um helicóptero estava estacionado no palco durante a apresentação. Era a fúria bumbo duplo do ex-Diesel.

Se ao vivo o rapaz era digno de substituir um Cavalera restava a dúvida do estúdio. O seu primeiro disco A-lex dava dicas de que a nova arquitetura, apesar de ainda não estar 100%, poderia retomar os dias de paixão.

E foi então que finalmente, em 2011 o Sepultura finalmente se reencontra e, emanando o poder do Deus do Metal, lança aquele que talvez possa ser considerado o melhor disco desde o saudoso Roots de 95: KAIROS.


A banda estava completa. Harmonia, poder e sucesso. Num álbum que homenageia a sua própria história destacam-se os riffs bem construídos das guitarras a solidez do baixo e a potência destrutiva da bateria e do vocal.

Elogios vinham da Europa, dos EUA, do Brasil e do… Rock in Rio! Escalados para tocar no palco secundário o Sepultura bateu forte na cabeça e conseguiu abafar o tal do Glória (banda emo e sem história) que inexplicavelmente ($erá?) tocava no palco principal.

É, os bons dias estavam de volta. Para mim só faltava uma coisa, presenciar, em mais uma sequência de momentos históricos, a performance de Kairos ao vivo. E o tão aguardado dia chegou, numa sexta-feira: 11 do 11 do 11.

Que pena, mal sabia eu que este dia peculiar seria muito mais histórico do que eu imaginava…

O show em si foi quase impecável. ‘Quase’ porque cheguei atrasado e fiquei num lugar ridículo para assistir e também porque justamente achei que a banda iria valorizar mais a nova fase tocando mais músicas de Kairos/A-lex/afins do que os ditos ‘clássicos’ do Sepultura.

Apesar de serem músicas fantásticas criadas por 50% dos caras no palco, e que merecem total reconhecimento pela sua criação, ainda assim ver o novo Sepultura tocando qualquer coisa pré-Derrick, soa como banda cover. Principalmente quando boa parte do show é dedicada a estas músicas e a platéia, é claro, responde melhor a elas.

Eu, por ter feito o dever de casa, preferia um Kairos na íntegra com algumas do Dante XXI, A-lex, Roorback e, num determinado momento, aquele saudosismo com Desperate Cry, Troops of Doom, Inner Self, Territory e Roots Bloody Roots.

Mas tudo bem, seria hipocrisia minha reclamar de um show com um setlist privilegiado destes. Saí de lá novamente com a alma lavada e sensação de mundo melhor.

Hoje, quando estou lendo a resenha do show no Mondo Metal, logo abaixo da frase que diz que a competência de Jean Dolabella nas baquetas não fez ninguém sentir falta de Igor Cavalera, estava a notícia:

Após 5 anos, Jean Dolabella deixa o Sepultura.

Fui pego de surpresa! Como assim? Após a sintonia? Após Kairos? Após o tapa de luvas negras do Rock In Rio?

Não sei o que dizer…

Só resta novamente, agradecer ao Jean por também escrever páginas brilhantes na biografia da banda e mais uma vez desejar, do fundo do coração força e sorte ao SEPULTURA!

Tecnologia – Ubuntu e Eu [4]

maio 12, 2011

Ah, eu falhei! Eu sou um péssimo reviewer, desisto. Não que não tenha levado o plano de sobreviver com Ubuntu (e somente) no notebook à risca até hoje, 5 meses depois, mas falhei na narração de como foram estes dias “Windowsless” e cá entre nós, sinceramente falando, não voltei pra Microsoft ainda por preguiça.

Enfim, o Ubuntu é bom? É sim! É muito bom, e claro, de graça! Essa palavrinha linda, e no caso do Linux não vem acompanhada de armadilhas como nos “falsos-de-graça” de hoje em dia. À exemplo dos aplicativos para smartphones nos Market Places Android e Apple Store da vida onde você baixa o jogo/programa “de graça” e vem; ou recheado de propagandas insuportáveis ou é apenas um tira-gosto pra você comprar a versão FULL, essa palavrinha feia.

Mas ainda assim o Ubuntu tem uns probleminhas. É claro que talvez o problema seja eu e minha falta de vontade, mas um sistema que quer se popularizar não deveria, à primeira dificuldade, fechar a cara pro usuário e dizer “se vire” e sim adotar um espírito Santander do tipo “vamos fazer juntos?”

Para você ter idéia das dificuldades, não consegui instalar o Firefox 4 até hoje no computador porque não consegui! Eita burrice! Fui no site, fiz o download da versão para Linux mas não consegui achar jeito de clicar num arquivo e ele começar a instalar lindamente sozinho. Busquei ajuda porcamente aqui e ali no Google mas os fóruns longos, técnicos e fedendo a piadinha e gírias nerd me enjoam. Deixei pra lá.

Outro problema, esse sim mais grave, é o fato de estar achando o sistema consideravelmente mais lento. Às vezes abro 20 abas no Firefox e o bicho quase pede por favor para fazer alguma coisa. Se no meio destas tiver um ‘youtubezinho’ então, esquece.

Novamente busquei ajuda no Google sobre lentidão na internet no Ubuntu mas o resultado foi o mesmo.

Por fim, tem a inconveniência muito grande de não ter programas consagrados em versões livres e chic para Linux, à exemplo até mesmo de, pasme, Skype!

Não é que não tem Skype pro Ubuntu, tem sim, mas uma versão 2.0 com visual de 1970 que faz chorar de rir os usuários Windows 7 Skype 5.

Ainda assim, aquela vedete do momento, a tal da Cloud Computing Web 2.0 ajuda a minimizar boa parte deste lamento, uma vez que Facebook vai ser Facebook em qualquer navegador. Seja você preto, branco, Windows, Linux, Mac e quiçá; Android e iOS! O mesmo vale pro Gmail, Yahoo, Folha de São Paulo, Redtube :) e companhia. O problema é que voltamos naquela questão da lentidão percebida.

E aí, como ficamos? Vim aqui me despedir e voltar pra Microsoft?
Ainda não, porque? Porque estou com preguiça. Além do mais vi no jornal que lançaram uma versão nova do Ubuntu então vou dar mais uma chance pro rapaz. Vou instalar a nova e QUEM SABE um dia, escrever alguma bobagem a respeito.

No mais, espero que o Google lance seu Chrome OS e possa assim adiar ainda mais o meu retorno cruel e insólito ao domínio do império.

Música – Shows de abril

abril 18, 2011

Apesar de Setembro ser visto por muitos como o mês da música de 2011 no Brasil, devido ao mega evento Rock in Rio, abril também trouxe boas surpresas e artistas de relevância até maior do que aqueles que vão se apresentar no festival que mantém o ‘rock‘ praticamente só no nome.

Foram três shows fantásticos praticamente na mesma semana, que sacudiram o mercado e fizeram a alegria dos fãs. Ozzy Osbourne, U2 e Roxette. Todos eles em turnê pelo Brasil fazendo shows em várias capitais, com exceção do U2 que ficou apenas em São Paulo reservando 3 dias na agenda para o público brasileiro.

O primeiro foi o Ozzy, que fez um show antológico (como de costume) no Mineirinho e que apesar da tradicional e conhecida péssima acústica do local conseguiu empolgar a platéia com seus clássicos e presença de palco. O show começou pontualmente no horário marcado e eu inclusive desconfio que deixou muita gente do lado de fora se estapeando na fila. Sorte a minha que entrei antes, comprei umas latinhas e consegui pegar um bom lugar na pista para ver o Príncipe das Trevas mais uma vez.

A primeira vez que vi o Ozzy foi em 2008 em São Paulo quando lançava o disco Black Rain e teve o show aberto por Black Label Society e Korn. O evento em si foi espetacular e emocionante, talvez pela minha ansiedade de ver o Madman pela primeira vez ou talvez pela organização dos paulistas ser mais elegante que a nossa. Nesse show, antes do início, Ozzy ficou fazendo umas gracinhas do tipo conversar com a platéia dos bastidores enquanto o povo ia à loucura ao ouvir suas risadas nos alto falantes do Morumbi. Aqui no Mineirinho não teve esse suspense. O show estava marcado para 21h (ou era 22?) e teríamos ainda a banda de abertura Hibria. Para minha surpresa o Hibria tocou antes do horário marcado e na hora do convite já estava lá Ozzy no palco. Sem cerimônia e sem emoção ele simplesmente entrou, cantou e foi embora. Sorte que é o Ozzy.

Seu novo guitarrista, diga-se de passagem, mostrou a que veio e convenceu o público de suas habilidades fazendo solos cinematográficos e fantásticos, ganhando a simpatia do público ao puxar um trecho de ‘Brasileirinho’ durante um momento Guitar Hero da noite. Mas mesmo assim essa performance não foi tão marcante quanto ver o troglodita Zakk Wilde solando, sangrando e manchando a guitarra branca de vermelho no show passado. Mas em questão de repertório o Mineirinho agradou mais, inclusive na fase Black Sabbath de onde tivemos Paranoid, War Pigs, Iron Man (inteira!) e a linda Faries Wear Boots. Já da fase solo vieram as tradicionais e esperadas Mama I´m Coming Home, Bark at the moon, Crazy Train, Mr. Crowley, Suicide Solution, I Don´t Know e outras. Além é claro da música atual de trabalho, Scream.

Uma bronca que eu tenho do Ozzy e de seus shows é o fato dele simplesmente ignorar o disco que eu mais gosto, Ozzmosis de 1995. Disco maravilhoso e inigualável que põe no chinelo os últimos Scream e Black Rain, e de onde saíram músicas fantásticas como Perry Mason, Ghost Behind My Eyes, Denial, Old LA Tonight e todo o restante. Mas fazer o que né, vai discutir com o Príncipe das Trevas? :)

O segundo show da lista foi o U2, que dispensa apresentações. Tudo que cerca o U2 é grandioso e espetacular, numa raríssima mistura de qualidade musical com aparato tecnológico e infra estrutura de show. A atual turnê 360º não é apenas a turnê mais bem sucedida (financeiramente) de todos os tempos, mas deve ser também a mais incrível já projetada e executada. Com o palco monstruoso no meio do gramado é impossível não se impressionar mesmo que a distância. Este show infelizmente eu não fui e por enquanto com relação ao U2 vou me contentando com as ótimas lembrancas da POP MART Tour que vi, também em SP, em 1998.

Finalmente o último da lista é o saudoso, emocionante e carismático Roxette. Há tempos atrás, vendo uma onda de reuniões musicais que estava acontecendo na música, quando bandas que já tinham acabado voltavam à atividade para sacudir os fãs (e ganhar um trocado) eu fiz um exercício de imaginar qual banda de antigamente eu gostaria de ver e me lembrei da dupla sueca do Roxette. Me lembro bem da primeira fita K7 que comprei na vida e foi justamente o disco Joyride em 1993. Jamais imaginaria que 18 anos mais tarde estaria eu num ginásio lotado em Belo Horizonte aplaudindo clássicos desse disco executados pela lendária dupla Marie Fredriksson e Per Gessle de forma acústica ao violão. Foi realmente algo memorável e de se emocionar.

Por falar em ganhar o público, o que o guitarrista do Roxette fez foi de envergonhar o guitar hero do Ozzy que achou que a sacada ‘Brasileirinho’ já era o suficiente. O rapaz foi além e numa jogada extremamente feliz conquistou a todos executando de forma dramática as notas de “Ó Minas Gerais, quem te conhece não esquece jamais, ó Minas Gerais.

Com quase uma hora (perdoada) de atraso, o Roxette entrou no palco e de cara atacou de Dressed For Success, seguida de Sleeping in My Car do disco Crash Boom Bang. Daí pra frente o show foi uma mistura de músicas desconhecidas (pelo menos por mim) e clássicos de todos os tempos de tirar o fôlego. Coisa que faria até sua avó virar os olhinhos ao ouvir ao vivo baladas como It Must Have Been Love e Spending My Time. Tivemos ainda Joyride, Church of Your Hear, Perfect Day, Things Will Never Be The Same, Watercolors in the rain, How Do you Do?, Dangerous, Listen to your hear e outras. Algumas delas, como dito, só na voz e violão, fazendo o público suspirar ao ritmo do casal.

Pois bem, com tantas boas opções de show musical não foi a mitologia do criador do Heavy Metal nem a grandiosidade do U2 que mais me empolgaram e sim o jeito simples e perfeito do Roxette que numa mistura de competência e saudade cravaram o mês de abril de 2011 num mês de saudade eterna e carinho no coração daqueles que apreciam uma boa e histórica apresentação ao vivo.

Música – Músicas novas

março 28, 2011

Estou achando incrível a minha atual capacidade de ouvir músicas novas e sair um pouco daquela zona de conforto das mesmas músicas de sempre. Mas não acho que o mercado esteja mais criativo, eu é que vivo um súbito bom humor musical.

Para 2011 estava na expectativa do lançamento de alguns álbuns como a sequência de Marcelo Camelo e Cavalera Conspiracy (tudo a ver) e o próximo do Radiohead mas talvez o que eu tenha mais gostado (pela falta de expectativa, não por incompetência da banda mas sim pela minha ignorância) seja o Angles do Strokes.

Radiohead – The King of Limbs

Pelo pouco que conheço e venho acompanhando o Radiohead já descobri que fazer um álbum de fácil assimilação é a última exigência da banda quando entra em estúdio e esse parece que foi até demais. Não que o disco seja ruim, mas na primeira ouvida ele soa estranho e constante, como se fosse uma única música esquisita. Sem violão, sem guitarra, sem refrão e quase sem bateria mas com muita batida, beats e vocais chorados. Repetindo, não que seja ruim, mas vindo de quem vem vale a pena ouvir mais umas 20 vezes para tentar captar a beleza do conjunto.

The Strokes – Angles

Ao contrário do Radiohead este já empolga na primeira música e mostra a que veio. Com boas guitarras, solos, andamento e gritos tem tudo que eu precisava neste momento. Ainda não passei da faixa 5 mas até aonde ouvi foi bem agradável.

Cavalera Conspiracy – Blunt Force Trauma

Esse simplesmente não tinha como dar errado. Seguindo a linha venenosa e raivosa do primeiro disco os irmãos Cavalera repetem a fórmula e acertam cheio na mão. Ideal para ouvir no trabalho e merece mais comentários num post próprio.

Marcelo Camelo – Toque Dela

Este disco ainda não foi lançado e está previsto para Abril (se não me engano), mas o Marcelo Camelo já divulgou no Youtube o que seria a primeira música de trabalho, uma tal de Ô ô, que rendeu mais comentários da mídia pelo nome estranho do que pela sonoridade em si. Bem, a música é boazinha e dá vontade de ouvir o restante do álbum, é esperar pra ver.

Música – Titãs na Girus

março 28, 2011

Não foi o melhor espetáculo de todos os tempos mas valeu pela nostalgia, pelo clima intimista e para conhecer a famosa e lendária boate Girus.

Localizada a 100km de BH na pequena Pará de Minas a Girus deve ser a boate mais famosa do Estado. Pelo menos pra mim que não sou adepto deste tipo de entretenimento. O simples fato de saber o nome e ter vontade de conhecer já é um ponto positivo para eles. ;) Mas a casa realmente impressiona, são vários ambientes com várias luzinhas, lasers, fumacinha e televisão para todos os lados. Pra quem gosta deve ser bom. Pra quem não gosta pelo menos os vários ambientes proporcionam uma diversão mais democrática uma vez que se você não estiver gostando dos onipresentes funk ou axé pode simplesmente buscar outra sala aonde um pop rock mais simpático esteja acontecendo.

Hello Acústico (http://www.helloacustico.com/)

Antes do Titãs assistimos outro show que foi de incrível bom gosto e simpatia. Funcionou perfeitamente bem para uma banda de abertura de um show saudosista como seria a atração principal. A banda era formada por duas mulheres e um homem. Uma delas tocava violão enquanto a outra cantava e tocava violino, já o rapaz dividia os vocais em algumas músicas e segurava o contra-baixo. A fórmula deu muito certo assim como o repertório recheado de clássicos muito bem executados em versão power-acoustic ;) Destaque para Cramberries e um trecho de Jeremy do Pearl Jam, show de bola.

Titãs

Tentei gravar alguns clipes do show para fazer tipo um best of da noite mas para minha total decepção o áudio ficou terrivelmente chiado.

O show do Titãs foi exatamente o esperado, sem tirar nem por. Mas o que era esperado? Bem, eles estavam lançando o disco novo chamado Sacos Plásticos mas com certeza ninguém estava lá para ouvir isso, então esperava-se uma noite cheia de clássicos e com uma ou duas novas só pra não passar batido. Dito e feito. E no quesito clássicos eu diria que até surpreenderam porque além das sacadas Flores, Marvin, Pra Dizer Adeus e Epitáfio ainda tivemos Polícia, Lugar Nenhum, Cabeça Dinossauro, Televisão, Bichos Escrotos e Aa Uu. Ou seja, o show cumpriu o seu papel e todos saíram girando e felizes da vida. E apesar da Girus ser bem grande, o local do palco principal em si não é, o que proporciona um show bastante intimista deixando os artistas bem próximos do público. E no quesito simpatia, o Titãs sempre deu um show a parte com todos eles conversando e interagindo com a platéia. Só faltou mesmo o baterista Charles Gavin, mas os outros estavam todos lá revesando instrumentos e microfone.

E o Sacos Plásticos? Não sei qual música foi deste disco mas como todas foram bem vindas e agradáveis, deve até ter alguma coisa boa. Mas, para mim os clássicos bastam.

[em breve o video chiado do show! :P ]

Música – Transmissor

março 24, 2011

Andaram reclamando que este blog anda muito técnico ultimamente e que deveria voltar a falar de música! :) Coisa boa, pena que nem na música nem no cinema eu tenha visto muita novidade que valha o esforço de conhecer e comentar. Ou talvez, eu é que esteja ficando chato mesmo.

Mas, na contra-mão da má fase e atendendo às solicitações me lembrei do som da banda Transmissor e este sim vale algumas linhas. A primeira vez que ouvi falar da banda deve ter sido pela Rádio Inconfidência e o que mais me chamou a atenção foi o fato de alguns de seus integrantes serem ex-membros da antiga, saudosa, inequívoca e também belorizontina banda Diesel.

Acontece que na época (por volta de 2009) a proposta de som alternativo da banda não emplacou de primeira no meu playlist careta e acabou ficando esquecida de lado. Foi então que, já em 2011, trocando figurinhas justamente com uma antiga fã paulista do Diesel ela recomendou o som cativante do Transmissor.

Ouvi e gostei. Gostei muito. Um som relaxante, tranquilo, bonito, poético e agitado na medida certa.

Hoje, alguém postou no Facebook uma entrevista da banda aonde eles contam histórias de bastidores, composição e até algumas desventuras durante a estadia nos Estados Unidos, período que culminou com a mudança de nome de Diesel para Udora e o consequente desmembramento do Udora e nascimento do Transmissor.

Vale a pena.

ONS Entrevista – Banda Transmissor – 07/02/2011.

www.myspace.com/transmissor

Tecnologia – Ipad 2, a novela

março 2, 2011

Chegou ao fim hoje a última novela dos tempos modernos chamada Ipad 2. Já faz alguns meses que a internet vinha acumulando especulação sobre o sucessor do aparelho eletrônico de aceitação mais rápida de todos os tempos, o Ipad.

O volume de especulação foi tão grande, que o aguardado lançamento da 2ª versão do tablet serviu mais para para ver quem estava mais certo ou errado do que para realmente supreender alguém. E naturalmente, com tantos palpites ficou difícil para a Apple lançar alguma coisa que fosse realmente inédita.

Boa surpresa mesmo ficou por conta da participação do apresentador oficial do aparelho, o mestre Steve Jobs. Ele que anda afastado por motivos de saúde abriu exceção na agenda para mais uma vez brilhar diante dos olhos do mundo protagonizando mais um capítulo da história da eletrônica moderna.

Sem atrasos e transmitido ao vivo via blogs e twitters mundo afora, o evento decepcionou por não ter uma transmissão oficial de video. Mas isso não diminuiu a emoção de quem pregou os olhos no computador, à partir das 15h (de Brasília) para acompanhar os pronunciamentos ao vivo.

Mesmo após meses de especulação e terabytes de palpites na net, ninguém poderia dizer ao certo que o aguardado Ipad 2 seria anunciado hoje, afinal de contas a Apple não deu uma única palavra oficial a respeito.

Foram meses de notícias (sensacionalistas ou não) que diziam ter flagrado um case novo da Apple com buraco para câmera, o que evidenciaria a presença das mesmas no novo aparelho. Ou então uma característica no novo iOS que sugeriria uma resolução de tela maior. Fornecedores chineses também comentavam a presença de um slot de cartão de memória ou speaker maiores. Um suposto protótipo do Ipad 2 chegou inclusive a ser fotografado “por acaso” na última CES ocorrida em janeiro último.

O fato é que os rumores ficaram tão grandes e faziam tanto sentido que eram visto como um upgrade natural e não como uma boa novidade que seria anunciada. Diante da avalanche, a Apple se calou.

Enquanto isso no resto do mundo, toodos os outros fabricantes correm atrás do seu próprio tablet, numa corrida muito parecida com aquela que causou a febre dos netbooks tempos atrás. Netbooks estes que foram assassinados pela própria Apple (e Jobs) quando lançou a primeira versão do Ipad dizendo que um netbook simplesmente não era bom para nada.

Assim que o evento começou a melhor surpresa do dia apareceu e a internet explodiu de mensagens como “Steve Jobs on stage“. A sua simples presença no palco já é motivo de euforia para todos os geeks do planeta e (certamente) desespero para toda concorrência.

Nós temos trabalhado muito nisso e eu não queria perder este momento” – disse Steve em seu habitual traje preto enquanto apresentava as façanhas do Ipad 1 que vão desde sua incrível receita de vendas de 9 bilhões de dólares para os cofres da Apple até a sua fantástica incorporação no dia a dia de pessoas tão diferentes como músicos, médicos, professores, empresários e, é claro, os nerds (que hoje são chamados de geeks).

Após 20 minutos de ‘show’ finalmente o momento que todos aguardam. Sim, a Apple vai lançar hoje o sucessor do Ipad e sim, ele se chama Ipad 2. Mais fino, mais leve, mais rápido, câmeras e o mesmo preço. Basicamente é este o dispositivo que na opinião da Apple vai ser “o” aparelho de 2011 da mesma forma que o antecessor reinou (e fez história) em 2010.

Após a apresentação, com apostadores fazendo logoff de suas sessões virtuais e colhendo méritos e fracassos de seus palpites, chegou a hora de olhar com mais calma o que de fato é o novo Ipad. E com a mesma intensidade especulatória dos últimos dias, começaram a surgir os textos analisando o novo lançamento.

Dentre eles um comentário da PC Magazine me chamou a atenção. E ele dizia que uma fonte segura da Apple (claro) comentou que não se deveria esperar grandes coisas do Ipad 2, porque eles tiveram problemas de desenvolvimento e para cumprir cronograma fizeram o lançamento sem uma grande novidade, mas que a terceira geração do aparelho, esta sim te faria cantar e dançar.

Ou seja, bem no estilo Rede Globo que já exibe cenas da próxima novela antes mesmo da atual ter o seu esperado último capítulo, mal mal o Ipad 2 foi anunciado e já começa a novela IPAD 3. É mole? Agora sim, bem vindo a 2011.

 

 

Tecnologia – A dificil (impossível) tarefa de pegar um bom celular – Parte 2

fevereiro 15, 2011

É minha gente, parece que Deus leu este post e resolveu fazer uma graça! Mas não sem antes fazer um drama (Claro!).

Passados outros 15 dias da humilhação anterior de tentar pegar (comprar) um bom celular e aproveitando uma inocente caminhada pela Savassi resolvi novamente tentar a sorte na loja da Claro. A novela foi a mesma: Defy não tem, Defy não chegou, mim não saber quando Defy chegará.

Ingenuamente resolvi pedir o telefone da loja para poder consultar a disponibilidade do aparelho remotamente, ao invés de ter que me deslocar ao local toda vez que quisesse saber se poderia ser atendido. A mocinha então me deu uma notícia triste “a loja não tem telefone.” O QUE??? Porque insistem em nos debochar? Falasse que não podia dar o número, que não era autorizada, que não era costume, que iria verificar com o gerente… falasse qualquer coisa!! MENOS que uma das principais lojas de umas das principais empresas de telefonia celular do Brasil não tem telefone!!

Enfim, no outro dia bati o martelo, vou voltar à loja do Shopping e se não tiver Defy (dãã!) pego logo aquele Spice porque ele é smart, é wifi e é Android. E além disso principalmente porque o Defy está muito mais para propaganda enganosa da Claro (que anuncia o produto na base do ‘Tem mas acabou‘) do que para um celular que um dia vai cair dos céus e mudar o meu cotidiano.

Chegando no BH, a atendente rapidamente me confirmou a ausência de Defy e a presença de Spice e foi buscar o mesmo. Só que desta vez eu não estava sozinho, levei comigo minha arma secreta, minha NAMORADA! E ela teve um papel crucial nesta história com seu incômodo e certeiro feeling sobre as coisas. Quando o Moto Spice chegou eu tive o prazer de segurá-lo em minhas mãos, abrir o teclado, fechar, olhar a caixinha, conferir algumas especificações e estava disposto a fechar negócio. Foi então que ela num tom autoritário e deselegante falou em voz firme e potente constrangendo a mim e à moça de olhos azuis que hipnoticamente me levava a fazer uma besteira:

-VOCÊ VAI LEVAR UM CELULAR BRANCO????? Um negão desse tamanho com um celular esquisito e branco desse??? Parece coisa de…

Olhei para a atendente e pedi desculpas com os olhos. Afinal de contas, qual o problema de um celular branco?

-Não combina, não gostei, vamos olhar em outra loja porque pelo menos o Spice preto deve ter porque nessa loja aqui tá muito difícil, você quer comprar, gastar e elas te empurrando qualquer coisa, NÃO LEVA!

Senti o amargo da indefinição triunfar mais uma vez. Não consegui sequer me despedir. Levantei com os olhos marejados e fui embora. Não queria conversar, não queria explicar só queria pegar o meu celular antigo e arremessar na testa de alguém. E daí pra frente me ver livre deste castelo que só me prendeu.

Foi então que, enquanto andava amargurado pelos corredores do mall olhei o relógio e pensei ‘se é para ver um Spice preto, outro shopping pode ter! Mas qual?‘ Diammond Mall e Shopping Cidade me vieram a mente. Para resolver a dúvida mais uma vez consultei minha companheira e foi ela quem decidiu: ‘Cidade.’

Chegando no dito cujo, já passávamos das 21h e eu entrei infeliz e desconfiado na temida loja da Claro. Minha mente repassava inconscientemente o provável diálogo que se iniciaria em breves instantes:

Eu: Boa noite.

Moça: Boa noite.

Eu: Quero olhar um celular.

Moça: Pois bem.

Eu: Motorola Defy.

Moça: Só um instante que eu vou ver se tem.

Eu: .

Eu: .

Eu: .

Eu pensando: Ela foi ver se tem? Como assim? Está rindo da minha cara? É uma piada? É câmera escondida? Faustão? Pegadinha do Malandro? Silvio Santos? Candid Camera? Nos outros lugares todos eu falava Defy e a resposta vinha na lata: Não tem nem vai chegar! Agora ela diz que VAI OLHAR?

Moça voltando lá de dentro e sentando atrás de uma mesa de atendimento: ‘-Pode se assentar’.

Fiquei parado. Na porta! Não estava entendendo o que estava acontecendo e minha namorada disse: ‘vai lá retardado!

Eu: Mas como assim? Moça, você não me respondeu, tem o Defy?

Moça: An-ham. E foi com esta humildade toda após um dramalhão de 5a categoria que finalmente minha vida mudou e agora eu posso dizer:

I, Android.

Tecnologia – A dificil (impossível) tarefa de pegar um bom celular

janeiro 27, 2011

Pobre de mim, pobre de nós, réles mortais, brasileiros e com algum juízo financeiro. Mas se o Iphone 4 brasileiro é o mais caro do mundo, não seria legal a Apple encher nossas lojas com o produto para que todo mundo cometesse a irresponsabilidade de comprar essa maravilha da engenharia moderna? Porque então é diferente?

Tempos atrás vi uma propaganda de um celular resistente a queda, poeira e água. Além disso ainda era um elegante smartphone com gigantesca tela touchscreen, vidro gorila não sei das quantas, wifi, bluetooth e o capeta! Eita, pensei, vou querer um esquema desse! Uma vez que a Apple não me permite o luxo e a alegria de desfrutar de um dos seus aparelhos top de linha, vou me contentar com esse modesto e simpático Motorola Defy.

Coitado de mim, fui na loja da Claro e a mulher falou que estava em falta. Perguntei a quanto sairia para mim (um dos trouxas que tem linha, paga assinatura e não tem promoção de nada (*)) e ela disse: “R$290,00″. O que???? Um aparelho filé desses a 290?? Nossa senhora, eu quero!!

(*) Na verdade só temos direito a promoção de aparelho de tempos em tempos. Quando sua alma fica presa a eles e eles podem deitar e rolar.

Já que perguntar não ofende, e o Iphone com desconto? -R$1500,00.

-Ah, adoro o Defy.

Pois bem, sabendo da luta e imaginando o sucesso do aparelho, uma vez que se tratava aparentemente de um excelente smartphone de baixo custo, resolvi conter a emoção e esperar alguns dias e semanas. Foi então que, dado este tempo depois, o meu atual celular guerreiro (que já tem uma incômoda mancha negra na tela fruto de um golpe de misericórdia da última queda que sofreu) resolveu também começar a desligar sozinho. Ótimo – pensei – sinal do Deus dos celulares de que o tempo de esperar acabou, é hora de evoluir.

Assim chegamos ao dia de hoje, quer dizer, antes disso chegamos a quinta-feira da semana passada. Fui na loja da Claro na Savassi, em Belo Horizonte e uma moça me disse que o Defy ainda estava em falta mas que poderia chegar na próxima quinta-feira (hoje). O que me preocupa é sempre o tempo do verbo, ‘poderia’ chegar. E isso nos trás finalmente ao fatídico 27 de janeiro de 2011.

Revoltado, ancioso e desconfiado da vida resolvi tentar a sorte na loja da Claro do BH Shopping, em vão. A moça confirmou que o Defy está sendo muito procurado e não bastasse o fato, ainda havia várias semanas que não chegava remessa nova. Voltamos então à questão Apple: “Porque que justamente o produto que faz sucesso e todo mundo quer, FALTA NAS LOJAS??” Eu juro que não entendo.

No lugar do Defy trouxeram então o Motorola Spice, Nokia C3 e Nokia não sei quem. Olhei pra eles, eles olharam pra mim, olhei novamente pra eles, eles olharam novamente pra mim… mas não teve tesão. Se fosse pra ser assim, eu ficava com meu velho desligante LCD quebrado mesmo.

Foi então que enchi o peito de ar, segurei uma mão na outra, olhei no fundo dos olhos da atendente e perguntei: “E o Samsung Galaxy?”
Ela sentiu a pressão na hora! Recolheu todos os celulares do balcão, me chamou mais perto e disse: “Samsung Galaxy S?” em tom sedutor. Eu confirmei com a euforia e insegurança de quem está prestes a cometer a tal tão temida irresponsabilidade financeira da qual o sistema tanto gosta:
-Sairia a R$1000,00 para o senhor, dividido em até 3x maaaaaaaaaaaaaaaas, não tem.

-Não tem?? E nem previsão?

-Bingo!

Toma no c*! – pensei. Hoje em dia, nem se você quiser fazer uma loucura tecnológica você pode. Já que já estava todo cagado mesmo arrisquei novamente, e o Iphone 4?

-Também não – disse a moça em tom de despedida. “-Mas, se você for em outra loja Claro, não deve encontrar o Defy, mas esses dois com certeza.”

Sai com o sangue quente e as mãos tremendo em busca do próximo shopping mais próximo antes que a fantasia acabasse. Fui ao Diammond Mall. Lá chegando encontrei uma Loja da Claro jogada às traças com apenas um atendente, um cliente e um recepcionista. Mais ninguém! Um cenário perfeito para um crime contra o sistema financeiro (o meu), sem testemunhas e sem lero-lero.

Me apresentei ao recepcionista dizendo logo que gostaria de trocar de aparelho. Ele então numa atitude nada delicada (e incrivelmente desdenhada ao cliente) fechou a cara e disse:

-Qual aparelho você quer?

-Defy, eu disse.

-Não tem.

Como assim não tem? Não tem e acabou? Não vai nem me convidar pra sentar nessa sua loja pobre, vazia, cafona e tentar me empurrar um outro aparelho qualquer que me amarre à operadora por outros 12 meses?? Simplesmente não tem e tchau? Isso não vai ficar assim.

-E o Galaxy S?-Não tem.

FDP!

-E o Iphone4?

-Qual o seu plano? – perguntou a simpatia em pessoa, e quando eu respondi achei que iria ter uma crise de riso ou chamar o segurança para me varrer dali.

Ah quer saber? Cansei! Fritei! Desisto. Quem precisa de um celular novo mesmo? E se bobear, o Nokia C3 deve ser bem melhor que qualquer Iphone, Galaxy S ou Motorola Defy da praça!

Será? :(

Tecnologia – Ubuntu e Eu [3]

janeiro 14, 2011

Chegou o momento tão esperado, hora de dar boot! Coloquei o pendrive no USB e liguei. Bingo! Aparece a tela incial do Ubuntu.

De cara temos algumas opções inclusive a opção de dar um boot live, como se fosse um Live CD. Esses Live CDs são utilizados para rodar um sistema operacional totalmente novo sem a necessidade do mesmo estar instalado na máquina, você utiliza só o seu hardware. Ou seja, se você for um Usuário Linux Radical, pode andar com o pendrive no bolso e em qualquer máquina do mundo, utilizar o seu sistema sem modificar os arquivos nativos.

Cliquei na opção de instalar e ele começou o trabalho.

Algo que de cara me chamou a atenção foi que, na primeira tela gráfica que apareceu, logo antes de escolhermos a língua a ser instalada, já apareceu uma mensagem dizendo: “Wireless Network Available“.

Oooou seja, antes mesmo de instalar o programa ele já identificou a minha placa de rede wireless e também a minha rede sem fio! Ponto pro Ubuntu!

Selecionei o idioma Português e ele perguntou se desejava instalar o sistema numa partição única de 160GB (que é o tamanho do HD) ou se desejava utilizar opções avançadas de particionamento. Estas opções avançadas seriam utilizadas caso quisesse deixar o Windows também instalado, o que não é o caso.

Decidido isto a instalação começou. O legal é que, enquanto ele instala de lá, já aproveita para me fazer algumas perguntas básicas de configuração inicial como, qual o fuso horário, qual a configuração do teclado e etc. Tudo muito fácil e intuitivo! E assim configuramos para fuso de São Paulo e teclado ABNT com a querida tecla ‘ç’.

Mais alguns detalhes como nome de usuário, senha e pronto. Temos agora à disposição alguns slides falando um pouco sobre o novo sistema. E não foi preciso mais do que uma simples folheada para ficar entusiasmado. Video, foto, som, internet… tudo nativo. Oba! :)

Na hora de instalar ele também perguntou se eu queria incluir um software de mp3 de um fabricante terceiro. Aceitei a sugestão e deixei rolar.

No total, a instalação completa não demorou 20 minutos! Algo, para padrões Windows, fantástico!

Mas nem tudo são flores, quando a instalação acabou e ele pediu para reiniciar, apareceu o primeiro problema. Vieram aquelas letrinhas Linux-Matrix e de repente, travou. Quando fui ver, as letrinhas traziam uma mensagem de erro. Pensei que poderia ser o fato do pendrive ainda estar espetado. Pendrive retirado e bingo, funcionou.

Entramos no Ubuntu e ele solicita a senha do usuário que foi cadastrado no momento da instalação. Senti uma certa ‘lerdeza’ do sistema nesta hora. Mas vamos pra frente.

Na barra superior vemos logo de cara o símbolo do Mozila Firefox bem como os símbolos de rede sem fio, Bluetooth e áudio. Excelente!

Ele então reclamou alguma coisa sobre um complemento do pacote de idioma que estava faltando. Configurei a rede wireless e tentei baixar as atualizações, não deu muito certo. Abri o Firefox e tentei navegar. Pensa, pensa, pensa e nada. Não navegou. E agora?

Bem, isso é conversa para o próximo capítulo! :)

 

 


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