
Chegou o momento tão esperado, hora de dar boot! Coloquei o pendrive no USB e liguei. Bingo! Aparece a tela incial do Ubuntu.
De cara temos algumas opções inclusive a opção de dar um boot live, como se fosse um Live CD. Esses Live CDs são utilizados para rodar um sistema operacional totalmente novo sem a necessidade do mesmo estar instalado na máquina, você utiliza só o seu hardware. Ou seja, se você for um Usuário Linux Radical, pode andar com o pendrive no bolso e em qualquer máquina do mundo, utilizar o seu sistema sem modificar os arquivos nativos.
Cliquei na opção de instalar e ele começou o trabalho.
Algo que de cara me chamou a atenção foi que, na primeira tela gráfica que apareceu, logo antes de escolhermos a língua a ser instalada, já apareceu uma mensagem dizendo: “Wireless Network Available“.
Oooou seja, antes mesmo de instalar o programa ele já identificou a minha placa de rede wireless e também a minha rede sem fio! Ponto pro Ubuntu!
Selecionei o idioma Português e ele perguntou se desejava instalar o sistema numa partição única de 160GB (que é o tamanho do HD) ou se desejava utilizar opções avançadas de particionamento. Estas opções avançadas seriam utilizadas caso quisesse deixar o Windows também instalado, o que não é o caso.
Decidido isto a instalação começou. O legal é que, enquanto ele instala de lá, já aproveita para me fazer algumas perguntas básicas de configuração inicial como, qual o fuso horário, qual a configuração do teclado e etc. Tudo muito fácil e intuitivo! E assim configuramos para fuso de São Paulo e teclado ABNT com a querida tecla ‘ç’.
Mais alguns detalhes como nome de usuário, senha e pronto. Temos agora à disposição alguns slides falando um pouco sobre o novo sistema. E não foi preciso mais do que uma simples folheada para ficar entusiasmado. Video, foto, som, internet… tudo nativo. Oba!
Na hora de instalar ele também perguntou se eu queria incluir um software de mp3 de um fabricante terceiro. Aceitei a sugestão e deixei rolar.
No total, a instalação completa não demorou 20 minutos! Algo, para padrões Windows, fantástico!
Mas nem tudo são flores, quando a instalação acabou e ele pediu para reiniciar, apareceu o primeiro problema. Vieram aquelas letrinhas Linux-Matrix e de repente, travou. Quando fui ver, as letrinhas traziam uma mensagem de erro. Pensei que poderia ser o fato do pendrive ainda estar espetado. Pendrive retirado e bingo, funcionou.
Entramos no Ubuntu e ele solicita a senha do usuário que foi cadastrado no momento da instalação. Senti uma certa ‘lerdeza’ do sistema nesta hora. Mas vamos pra frente.
Na barra superior vemos logo de cara o símbolo do Mozila Firefox bem como os símbolos de rede sem fio, Bluetooth e áudio. Excelente!
Ele então reclamou alguma coisa sobre um complemento do pacote de idioma que estava faltando. Configurei a rede wireless e tentei baixar as atualizações, não deu muito certo. Abri o Firefox e tentei navegar. Pensa, pensa, pensa e nada. Não navegou. E agora?
Bem, isso é conversa para o próximo capítulo!
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