A revolução do MySpace

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O site de relacionamento MySpace.com tem revolucionado o cenário musical mundial de forma bem sutil. Estes dias eu li na revista Super Interessante um rapaz dizendo que a pirataria era boa pro capitalismo porque afinal de contas, ela o forçava a se reinventar.

Não adianta as gravadoras e mega empresários ficarem torcendo o nariz contra a música mp3 ou contra os sites de troca de arquivo, eles deveriam sim é repensar na sua forma de distribuição de música. Hoje qualquer mortal pode comprar um CD ‘virgem’ por menos de R$1,00, imprimir uma capinha bacana e gravar ali algumas músicas. Se o mortal tiver uma banda e um trabalho autoral poderia então ao custo de uns R$3,00 vender seus discos. Mas é claro que entram outros gastos na história. Na indústria fonográfica mesmo existe o gasto com pagamento de salários, distribuição do CD pelos lojas, material de divulgação, cachê dos artistas e por aí vai. Mas mesmo assim, nada vai convencer nenhum cristão de que R$30,00, R$40,00 seja um preço justo por um mísero CD. Ainda mais quando você vai comprar um álbum inédito e não sabe se vai gostar de todas as músicas. Na modernidade, pagamos apenas pelo que gostamos e olhe lá.

Na ponta da revolução estão a Apple Store, loja da criadora do Iphone (do Ipod, do IMac, do Macintosh…) que vende downloads autorizados de arquivos MP3 (você paga por música baixada) e o site mySpace.

O MySpace, como todo site de relacionamento, permite a você criar um perfil e associar perfis de amigos ao seu. No seu perfil você pode colocar fotos, videos, textos e músicas. O fato de disponibilizar músicas parece que foi o que mais deu certo. No princípio o artista (na grande maioria desconhecidos) poderiam autorizar ao internauta fazer o download do arquivo, mas hoje parece que não pode mais, paciência. O lance é que cada vez mais grandes artistas estão fazendo o lançamento do seu álbum de inéditas no mySpace.

Funciona assim, você não consegue baixar as músicas, mas escuta o disco na íntegra. Um dos primeiros a fazer isso foi o Radiohead e agora todo mundo faz.

Só este mês tivemos os seguintes lançamentos inéditos no myspace:

www.myspace.com/margarethmenezes

margarethmyspace

www.myspace.com/marcelocamelo

http://br.myspace.com/thefiremanmusic

www.myspace.com/littlejoymusic – nova banda Rodrigo Amarante (ex-Los Hermanos)

camelojoypaulspace

www.myspace.com/gunsnroses

gnschinecespace

www.myspace.com/oasis

oasisspace

www.myspace.com/mallumagalhaes

malluspace

www.myspace.com/britneyspears <- Eco!

britneyspace

Após o lançamento parece que o disco do Guns não está mais disponível na íntegra mas pelo menos eu consegui ouví-lo de ponta-a-ponta no dia 23 de novembro antes do lançamento oficial nas lojas que foi ontem, dia 25.

Outro fato que merece comentário é sobre a Mallu Magalhães. Completando o ciclo de revoluções do mySpace podemos dizer que ela foi a primeira artista fruto da geração mySpace. Tudo começou quando ela, ainda mais jovem, colocou umas músicas próprias no site e o trem virou fenômeno de clicks. Hoje, mais ou menos 1 ano depois, a menina virou celebridade, assinou com uma grande gravadora, assinou com a Vivo, participou do CD solo de Marcelo Camelo e ainda divide com ele a polêmica de pombinhos da vez.

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Uma resposta to “A revolução do MySpace”

  1. Fred Bitt Says:

    Meu caro!

    Recomendação internética direto de Brasília:
    http://www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br/

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