Tecnologia – Navegadores

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Atualmente eu uso três navegadores, tudo na tentativa de acompanhar as novidades e tentar desvincular da dependência da Microsoft. São eles o indeletável(*) Internet Explorer, o Mozilla Firefox e o novo Google Chrome.

Antigamente utilizava o Netscape (bota antigamente nisso). No início de tudo, antes do Internet Explorer, era ele quem comandava e inclusive foi uma sacanagem grotesca da Microsoft aniquilá-lo da forma que foi. Quer dizer, hoje ele ainda está aí e tem usuários fiéis mas eu desisti.

Existem outros navegadores tipo Avant, Safari, Opera mas não simpatizei muito com eles não.

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Vamos então aos pops. “O browser é pop, o browser é pop…”

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1) O Internet Explorer é o mais lento, mais pesado, todo pré-programado a interagir com sites e aplicativos Microsoft mas infelizmente é o mais popular de todos com isso os desenvolvedores concentram seus esforços nele, ou seja, tem site que só funciona bem no bendito. Mas hoje, graças a Deus, eu consigo passar semanas sem ter o desprazer de abrí-lo (geralmente só o requisito em sites de banco, pagamento ou outras engrenagens complexas, não que os outros sejam menos seguros, mas por causa do problema de compatibilidade citado).

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2) O Firefox é o predileto, meu e de boa parte dos aficionados do mundo. É feito em colaboração com programadores do mundo inteiro no esquema de software aberto, ou livre. Cada um que acha um defeito ou melhora alguma coisa olhando o código aberto, manda as sugestões pra Mozilla que logo as disponibiliza para todo mundo em uma nova versão ou atualização. Essa colaboração mundial cria produtos eficientes, inovadores e que visam a melhoria coletiva. Ao contrário de outros como a Microsoft que visam fechar o produto para acabar com a concorrência e garantir sua supremacia. O Firefox também detem a maior quantidade de gambiarras, plugins e aplicativos disponíveis, justamente provenientes da criatividade dos colaboradores. O único problema, mais uma vez, são os sites (cada vez menos) que enconttram alguma incompatibilidade ou travam. Fora isso, é mara!

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3) Google Chrome. O Google entrou na briga batendo de frente com os outros dois. É um programa leve, com design legal e boas funcionalidades (como arrancar a aba da janela principal ou utilizar a própria barra de endereços como barra de pesquisa) mas ainda está longe de ameaçar a supremacia dos outros dois. Vários sites abrem com a formatação errada ou com tilts. Por enquanto foi só um susto pros outros dois sacudirem e a longo prazo ele pode mostrar a que realmente veio, por exemplo, se integrando ao YouTube, GoogleMaps, Orkut, Docs e etc. Eu gosto de usá-lo por ser leve e por sentir um cheirinho de fumaça no ar, e fumaça vinda do Google pode saber, tem maravilhosidades vindo por aí.

Mas enquanto a briga não se resolve vamos acompanhando o espetáculo que é ver a Microsoft perdendo espaço.

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(*) Vira e mexe a Microsoft utiliza sua supremacia em alguma jogada suja para derrubar a concorrência. Numa delas incluiu mecanismos complexos no Internet Explorer de forma a integrá-lo ao Windows Explorer (para navegar pelas pastas)  e com isso tornou impossível ao usuário excluí-lo. Ou seja, para o usuário leigo, que não quer ter o trabalho de escolher o navegador, este já vinha escolhido e como o IE não podia ser deletado, pra que instalar outro? A estratégia funcionou bem até o dia que a União Européia meteu-lhes um processo bilionário forçando Bill a voltar atrás.

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