Posts Tagged ‘death magnetic’

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O Imperdoável III

julho 31, 2009

uhne

Como posso estar perdido,

se não tenho para onde ir?

Procurar por mares de ouro,

como pode ter ficado tão frio?

Como posso estar perdido,

nas recordações que revivo?

E como posso te culpar,

quando sou eu, quem não perdôo.

Música – Metallica no Brasil!!!

junho 8, 2009

met

Não é de hoje(*) que aguardo a oportunidade de assistir um show do Metallica, um dos maiores professores de música e rock pesado na minha vida e na vida de quase todas as pessoas gente boa do mundo hehe

Ir ao show do Metallica representa muito mais do que algumas horas de curtição, eu imagino, representa sim um compromisso com a nossa geração com os nossos contemporâneos. Estando eles em fase boa ou não, não interessa, Metallica é o Metallica, tem que ir e ponto final.

Nos últimos anos eu (e aquelas pessoas gente boa do resto do mundo) andava meio ressabiado com a banda imaginando se eles viessem ao Brasil se eu iria me dar ao gasto da mobilização para acompanhar a apresentação e a dúvida foi corriqueira. Mesmo assim voltava com a cabeça no lugar e pensava: “ôu! É o Metallica! Não importa se vão tocar Load e Reload de cabo a rabo, basta uma old school e tudo se paga.”

Imagine então agora em tempos do excelente Death Magnetic??! Excelente? SIM!! Excelente!!!!

Death Magnetic Tour

Janeiro de 2010

Metallica no Brasil

link1, link2

(*) Pra falar a verdade este ano fazem 10 anos que aguardo este dia!

Música – U2 – No Line On The Horizon

março 4, 2009

u2noline
Partindo do princípio de que não tem como um disco do U2 ser menor do que ‘muito bom‘, este texto cumpre assim sua missão e ficamos por aqui.

.

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Na verdade, alguns comentários são relevantes baseado nas notícias que saíram na imprensa sobre o lançamento:

1) o álbum foi lançado em vários formatos diferente, do mp3 ao bom e velho vinil

2) a banda fez um show surpresa no terraço da BBC de Londres reunindo uma multidão de 5 mil pessoas e f*dendo com o trânsito (ô engarrafamento maravilhoso)

3) uma rua de Manhattan vai receber o nome de U2 por uma semana

4) o álbum pode ser ouvido na íntegra no site http://www.u2.com

5) a música e o vídeo de ‘Get On Your Boots‘ foram lançados antes do disco

6) Bono comentou a possibilidade de lançar outro disco (complemento deste) até o final do ano

7) tem turnê em vista e o Brasil, craaro, não pode ficar de fora

8 ) o disco recebeu 5 estrelinhas de várias publicações especializadas como a revista Rolling Stone e a Q Magazine

No fundo, qual o objetivo do U2 lançar um disco repleto de músicas boas ou, que seja como um todo, uma obra prima? Na prática não é necessário. Basta ter umas 2 ou 3 que, ao vivo, somadas aos clássicos, a mágica funciona. E isso não é errado porque garante a diversão de todos os presentes, uma vez que um show do U2 não é uma coisa que a gente pode se dar ao luxo de ir todo dia. Assim sendo, no show, eu não quero ouvir o último disco na íntegra e sim, umas duas mais os clássicos como I Will Follow, Bad, Sunday Bloody Sunday, Pride, Gloria, Where The Streets, Zooropa, One, Babyface, Lemon, Stay, Numb, New Year´s Day, Angel of Harlem, Desire, Dischoteque, So Cruel, Trying to throw your arms, Mysterious Ways, Who´s Gonna Ride, Red Hill Mining Town e coisas mais novas do All That You Can´t e How To Dismantle…

O Rolling Stones vem explorando esta fórmula há 50 anos e ainda funciona muito bem. Lançam um disco legalzinho, com umas 2 pra entrar no repertório e o resto do show, Satisfaction neles! Uma banda que pode ter problema é o Metallica pois o último, Death Magnetic, é quase todo clássico, com isso, no show acabam sacrificando algumas. O ideal então era assistir vários shows para pegar todas.

No caso deste disco do U2 (que foi lançado ontem e já ouvi umas 4 vezes) já tenho as minhas favoritas(*) e fico imaginando quais vão estar no show. E no dia do show penso, ó pai, estarei eu lá? Só peço que não seja numa terça ou quarta-feira, como da última vez e sim num sábado (como na penúltima, em 1998) quando, este que humildemente vos fala, na ocasião, se tornava um fanático fã, vibrando no Morumbi, ao som da melhor banda do mundo de hoje.

(*) No Line on the Horizon, Magnificent, Unknown Caller,I’ll Go Crazy If I Don’t Go Crazy Tonight e Get on Your Boots

21-4

Música – All Nightmare Long video

dezembro 17, 2008

O novo video do Metallica do disco Death Magnetic é da música All Nightmare Long. O clipe mistura documentário com animação e cria um clima meio Thriller e A Volta dos Mortos Vivos.

A banda não participa. Acho que foi a melhor alternativa que acharam pra um clipe de música de 8 minutos, contar uma historinha. A música é boa. O video é meio estranho, mas é legal. Só assistindo…

Música – Phoenix Magnetic

novembro 22, 2008

phoenixmag1

Se no estúdio o Metallica reencontrou a felicidade, no palco (dizem) ela nunca esteve ausente. Mesmo em épocas conturbadas como Load, Reload ou St. Anger, no palco o Metallica botava pra quebrar e mantinha a chama acessa no coração dos presentes. Desta forma já era de se imaginar que o show da atual turnê (do disco Death Magnetic) seria um sucesso e agora também reforça nossas orações por shows na América Latina.

Bem, há um certo tempo atrás, quando justamente já estava com o filme arranhado por conta de álbuns sem brilho, o Metallica entrou numa briga jurídica contra o Napster e isso acabou por difundir a imagem de banda mercenária. O Napster foi o primeiro programa de sucesso a compartilhar músicas “de graça” pela internet. Na verdade nenhum artista (ou gravadora) gostavam de ver suas vendas diminuindo enquanto os downloads grátis proliferavam, mas entrar numa briga jurídica foi só o Metallica. Na época até fizeram uma paródia do clássico Master Of Puppets chamado Napster Of Puppets, heheh.

napster

Mas essa confusão toda não foi em vão. Há cerca de dois anos a banda lançou o site LiveMetallica.com onde é possível baixar quase todos os seus shows. Os shows mais recentes são pagos mas para os antigos o download é liberado. Com isso você pode baixar lá: Metallica Live in 1988, 1985, 1990, 1996 e por aí vai. Eu recomendo (ao fãnático) baixar um disco de cada turnê.

Como a turnê nova está bombando resolvi entrar no site e ver se já tinha coisa boa. Foi assim que, na sorte, encontrei o Phoenix Magnetic, recorded Live on October 21, 2008 at Jobing Arena , Phoenix – Arizona. Uma pesquisa aqui, outra ali e consegui baixar o disco. Download pago? Hmm.. Napster! Napster! Será que vão lançar o Torrents of Puppets? Enfim..

O disco é sensacional. Para manter o suspense não quis ver o setlist antes e dessa forma cada música foi uma surpresa. Coloquei o fone de ouvido, fechei os olhos e me transportei para o Arizona. Eu estava no meio do público e ouvia seus gritos. De repente começam os primeiros acordes de That Was Just Your Life (que também abre o Death de estúdio), e na sequência atacam de The End of The Line. As duas executadas com maestria e fúria. A próxima me aperta o coração e prepara para a salada que está por vir, era o clássico Sad But True.

Do You want more Death Magnetic??!” – grita o vocalista James Hetfield antes de tocar Cyanide e o show segue feliz. Mas nem tudo é glória, músicas suspeitas como a cansativa Frantic (St Anger) e a ‘legalzinha’ Until It Sleeps (Load) também estão no repertório. Não tem problema, logo a frente vem uma paulera do álbum Ride The Lighting que conserta as coisas. A música era Fight Fire With Fire. O bom do Metallica é isso, como tem muitas músicas boas podem sempre surpreender a platéia com um ou outro clássico esquecido.

setlistjobing1

Agora, eu não estava preparado psicologicamente para ver o que vi quando um dia entrei inocentemente no orkut e me deparei com uma foto de uma prima que está nos Estados Unidos e que quase me causou um enfarto:

prits

-Pára tudo, você foi no sow do Metallica??!

-Fui!

-…??????!! (sem palavras)

-Eu ia te contar pessoalmente mas já que foi assim…

Ah Prits, eu acho bom você voltar logo porque isso é conversa pra varar a noooite toda.

Música – Death Magnetic

outubro 24, 2008

O aclamado novo disco do Metallica é um tapa na orelha! Daqueles bem plantados. Acredito que uns 10% da minha audição tenham ido embora por causa deste disco. Claro que não é o melhor álbum do grupo mas o conjunto de fatores que nos trazem a este momento faz com que no último mês eu o tenha ouvido quase que exclusivamente. PS: Nos momentos de descanso escuto um Marcelo Camelo para relaxar.

Mas como ia dizendo, os fatores são: decadência do rock, decadência da música mundial, decadência do pop, decadência dos valores, decadência de tudo. Já viu funk em aniversário de criança? Ah, que que tem? Normal! Todo mundo curte… Então amigo, decadência. O próprio Metallica não vinha ajudando muito. Primeiro veio aquela história de fazer balada (Nothing Else Matters), depois cortaram o cabelo e compraram roupa de grife (Load e Reload), então lançaram disco de covers (Garage Inc.) e por fim foram fazer terapia para recobrar a fúria (e o prestígio) tocando o rock dos novos tempos (St. Anger). Resumindo, só fizeram cagada! Mas desta vez não, agora a coisa é diferente, eles voltaram e voltaram com tudo botando pra quebrar. “O lançamento deste disco do Metallica é igual a invasão da Georgia pela Rússia, um repentino ato de agressão de um gigante adormecido.” Queee isso.., eu até arrepiei quando vi esta frase perdida numa resenha qualquer.

Nas primeiras ouvidas eu simpatizei com Broken, Beat & Scarred e My Apocalypse. Depois foi a vez de That Was Just Your Life e The End of the Line. A esta altura já sentia que se tratava de um bom álbum afinal de contas, das 10 músicas já curtia 4. Mas não eram nem as melhores. Venci o preconceito e fui ouvir a tal da The Unforgiven III. E num é que a danada é boa? Legal. Mas aí veio um tropeço, The Day That Never Comes (*). Achei a introdução meio esquisita, meio U2 demais. Meio “Staring at the Sun“.. Não que o U2 seja ruim (muito pelo contrário) mas é que U2 é U2 e Metallica é, ou já foi, ou será novamente, Metallica.

Depois do tropeço reencontrei a felicidade total e absoluta em Cyanide e All Nightmare Long. Esta última inclusive, só hoje, já ouvi 5 vezes. Considerando seus 8 minutos, foram então pelo menos 40 minutos de felicidade total (num dia de 24 horas tá bom).

A verdade é que se trata de um disco muito bom e não quero perder meu tempo analisando pensamentos do tipo ‘é o Metallica tentando se copiar, ou voltar no tempo, ou recuperar fama’ ou etc. É um disco pro cara que já era fã e estava meio cabisbaixo. É pra bater cabeça. É pra tocar air-guitar. É pra tocar guitarra de verdade. É pra tocar Guitar Hero (lançaram uma versão exclusiva com o disco).É pra dançar e riscar o salão. Como diria um primo meu o disco é bom até na capa porque, segundo ele, ela lembra “a dita cuja”.

(*) O preconceito passou e consegui ouvir a música além da introdução e para surpresa geral, também é uma excelente faixa (lá pelos 5, 6 minutos…)