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Tecnologia – Street View Belo Horizonte

agosto 13, 2009

Em breve o internauta mundial poderá desfrutar de um simpático passeio virtual pelas ruas de Belo Horizonte. A cidade, junto de Rio de Janeiro e São Paulo, foi escolhida para início do projeto Street View no Brasil.

O Street View é aquele velho serviço sensacional do Google, disponível no primeiro mundo, onde o usuário ‘entra‘ dentro de uma foto de 360 graus, capturada no nível da rua e vive a experiência extra sensorial de divagar (ou dirigir) por aí. Podemos passear pela Torre Eiffel, Casa Branca e inúmeros outros locais ou itinerários tão quanto, ou nem tão, famosos.

Não podemos, é claro, deixar de lembrar as polêmicas do StreetView. Como por exemplo as pessoas que não gostaram da divulgação da fachada de suas casas, placa de carro, gente saindo de sex shop e por aí vai. Mas não tem problema, venha St.View venha!

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Torre Eiffel, Paris

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Casa Branca, Washington

Atualmente já existe um serviço parecido com o Street View atuando em diversas cidades brasileiras, o 360 cities.

Em Belo Horizonte é possível navegar pela Praça do Papa, Praça da Liberdade ou Igrejinha da Pampulha. Mas o 360 é muito limitado, ele cobre apenas um ponto, uma foto. Já o Street View cobre um itinerário e vasculha quarteirões inteiros.

A FIAT fez uma parceria com o Google para iniciar, o quanto antes, a cobertura das cidades escolhidas e disponibilizou 30 Stilos para instalar as super câmeras panorâmicas que dão o efeito mágico.

Existe até um canal no YouTube para promover a parceria e divulgar o andamento dos trabalhos.

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Fiquei pensando, qual itinerário de Belo Horizonte ficaria bonito na fita?

Poderia ser a orla da Lagoa da Pampulha.. Ou, quem sabe, a grandiosidade da Feira Hippie (haja rosto para borrar). Talvez uma volta pelo Mercado Central ou também pela zona boêmia (entornos da Guaicurus). Quem sabe ainda a Av. Bandeirantes ou Amazonas.

UFMG, Mineirão, Centro Administrativo, Serra do Curral… Esta porém só pode do lado de cá, pois o lado de lá (devastado pelas mineradoras) seria uma triste verdade inconveniente, bem como o alto da Afonso Pena após as 18.

Já imaginou, as “meninas” dando tchau?

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Tecnologia – Microsoft + Yahoo! vs Google

julho 31, 2009

Certa vez uma professora me disse “o poder é indestrutível, o pessoal briga, briga, briga, faz oposição, pra que? Para tomar o poder.”

A Microsoft está hoje numa situação favorecida por conta de uma visão de negócio bem sucedida em outras épocas e também por incrível talento comercial. Veja bem, comercial e não técnico. O importante não é saber fazer, mas ser amigo de quem sabe, ou no caso da Microsoft, copiar mesmo.

Já o Google apareceu com serviços miraculosos que saltaram aos olhos de todos e ainda convenceu o mundo de que era possível ter soluções de qualidade e gratuitas. Hoje vemos que o gratuito não é bem fruto de mágica e sim de patrocínio e que o interesse do Google no comportamento dos usuários é sim preocupante.

Tempos atrás, falando em informática, haviam dois pólos principais no mundo, a Microsoft e a Apple. Quase que o bem contra o mau. A Microsoft fornecia soluções copiadas em larga escala a preços acessíveis (quase sempre com produtos porcos e defeituosos) já a Apple não só trazia inovações como lançava tendências, porém, para um público limitado e disposto a investir em tecnologia.

Hoje vemos que a Apple também não é lá flor que se cheire, mesmo mantendo razoável frequência em bons lançamentos (de hardware como Iphone, Ipod, Imac etc) vez por outra alguma tacada comercial deixa os fãs mais histéricos com a pulguinha atrás da orelha. Porque o bluetooth do Iphone é limitado para fone de ouvido e para enviar arquivos para outro dispositivo preciso utilizar o serviço pago de uma operadora? Porque só lançaram, a princípio, o Iphone pela AT&T? Pois é, quem tem o poder dita regras.

O Google, principal frente anti-Microsoft, já começa a mostrar as garrinhas e preocupar os usuários e como se não bastasse, o Yahoo agora cedeu a pressão e entrou para família Gates.

Será que é possível um software realmente gratuito e realmente de qualidade que podemos confiar? O Google ia bem, mas vale lembrar que o Google é uma corporação. Não confie em corporações pois eles tem objetivos financeiros.

Nestas horas nos lembramos do exemplo do Linux e da Mozilla Foundation (Firefox), rede internacional de colaboração mútua visando o bem estar geral. Será que podemos confiar nisso? Até agora sim.

Mas com esta história de fusão na informática, eu só sei de uma coisa…

E agora, quem poderá nos defender?

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Tecnologia – 360 cities in Google Earth

abril 6, 2009

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Estes dias, explorando as infinitas possibilidades do Google Earth, fiquei muito triste por descobrir que o StreetView, nem existe, nem existirá tão cedo, em solo nacional. Eu fiquei triste, muito triste mesmo. Navegar pela Torre Eiffel ou afins já não me animava, queria algo local. É como utilizar um programa de bate-papo para conversar com alguém na sala ao lado, quando poderia trocar idéias com pessoas do outro lado do mundo. Poxa, mas não conheço ninguém do outro lado do mundo.

Foi então que observei um ícone vermelho saltando na tela escrito 360 cities. Cliquei e voilà! Nada de restrição Estados Unidos, Europa e Japão! Não! O 360 está no mundo todo e o efeito é igualzíssimo! Quer dizer, com o StreetView você percorre uma rua inteira e tal né, já o 360 são fotos isoladas ao redor do mundo. Não tem problema, é muitíssimo divertido também.

O Brasil, inclusive, aparece entre os países contemplados. Não todo, apenas alguns Estados. Rio, São Paulo, Espírito Santo e Paraná. Minas não. Tudo bem. Mas ainda assim é legal explorar paisagens como a orla de Copacabana, o Arpoador em Ipanema, praias no Espirito Santo e algumas cidades no inteior paulista como a bela e rica Campos do Jordão e a Basílica de Nossa Senhora Aparecida em Aparecida do Norte.

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Agora, um ponto me chamou a atenção. Outro dia mesmo estava acompanhando um problema com o Street View, justamente por escancarar a privacidade das pessoas e mostrar seus rostos no programa. Criaram então uma ferramenta automática que borra os rostos, placas de carro e afins que possam causar problemas alheio.

Isto não parece ser problema pro 360. Numa rápida navegada por fotos brasileiras, achei cenas bem curiosas onde só faltava as pessoas darem um tchauzinho, como por exemplo:

1) Este tiozão no Posto 6 em Copacabana

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2) Esta tiazinha também em Copa.

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3) A família feliz na Roda Gigante da Skol, também no Rio.

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4) Fiéis numa animada missa na Igreja do Carmo em Vitória-ES.

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É sempre assim, a evolução vem por etapas. Primeiro vem a ferramenta depois os problemas. Mas se quiserem vir a BH tirar uma foto minha degustando uma tchela em 360 graus, fiquem à vontade.

Tecnologia – Google é foda!

fevereiro 11, 2009

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Estava eu de bobeira e resolvi dar uma variada no tema do Gmail. Escolhi um que tinha uma arvorezinha, um solzinho, tudo light, tranquilo e tal. Beleza.

Um belo dia vi que estava “chuvendo” na minha caixa postal. Pensei com meus botões: “ora pois, mas não havia escolhido o solzinho?” Deixa quieto.

Passa um tempo e lá está ele novamente. Outro tempo, chuva, depois, sol, nublado, raio, tempestade, sol, aberto, claro. Foi aí que me caiu a ficha, olhei pra janela e estava chuvendo. Mudou o tema, olhei pra janela e lá estava o sol. O tema do meu Gmail agora varia de acordo com a previsão do tempo da minha cidade.

É, não tenho mais nada pra dizer, o Google é foda!

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Tecnologia – Navegadores

fevereiro 4, 2009

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Atualmente eu uso três navegadores, tudo na tentativa de acompanhar as novidades e tentar desvincular da dependência da Microsoft. São eles o indeletável(*) Internet Explorer, o Mozilla Firefox e o novo Google Chrome.

Antigamente utilizava o Netscape (bota antigamente nisso). No início de tudo, antes do Internet Explorer, era ele quem comandava e inclusive foi uma sacanagem grotesca da Microsoft aniquilá-lo da forma que foi. Quer dizer, hoje ele ainda está aí e tem usuários fiéis mas eu desisti.

Existem outros navegadores tipo Avant, Safari, Opera mas não simpatizei muito com eles não.

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Vamos então aos pops. “O browser é pop, o browser é pop…”

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1) O Internet Explorer é o mais lento, mais pesado, todo pré-programado a interagir com sites e aplicativos Microsoft mas infelizmente é o mais popular de todos com isso os desenvolvedores concentram seus esforços nele, ou seja, tem site que só funciona bem no bendito. Mas hoje, graças a Deus, eu consigo passar semanas sem ter o desprazer de abrí-lo (geralmente só o requisito em sites de banco, pagamento ou outras engrenagens complexas, não que os outros sejam menos seguros, mas por causa do problema de compatibilidade citado).

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2) O Firefox é o predileto, meu e de boa parte dos aficionados do mundo. É feito em colaboração com programadores do mundo inteiro no esquema de software aberto, ou livre. Cada um que acha um defeito ou melhora alguma coisa olhando o código aberto, manda as sugestões pra Mozilla que logo as disponibiliza para todo mundo em uma nova versão ou atualização. Essa colaboração mundial cria produtos eficientes, inovadores e que visam a melhoria coletiva. Ao contrário de outros como a Microsoft que visam fechar o produto para acabar com a concorrência e garantir sua supremacia. O Firefox também detem a maior quantidade de gambiarras, plugins e aplicativos disponíveis, justamente provenientes da criatividade dos colaboradores. O único problema, mais uma vez, são os sites (cada vez menos) que enconttram alguma incompatibilidade ou travam. Fora isso, é mara!

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3) Google Chrome. O Google entrou na briga batendo de frente com os outros dois. É um programa leve, com design legal e boas funcionalidades (como arrancar a aba da janela principal ou utilizar a própria barra de endereços como barra de pesquisa) mas ainda está longe de ameaçar a supremacia dos outros dois. Vários sites abrem com a formatação errada ou com tilts. Por enquanto foi só um susto pros outros dois sacudirem e a longo prazo ele pode mostrar a que realmente veio, por exemplo, se integrando ao YouTube, GoogleMaps, Orkut, Docs e etc. Eu gosto de usá-lo por ser leve e por sentir um cheirinho de fumaça no ar, e fumaça vinda do Google pode saber, tem maravilhosidades vindo por aí.

Mas enquanto a briga não se resolve vamos acompanhando o espetáculo que é ver a Microsoft perdendo espaço.

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(*) Vira e mexe a Microsoft utiliza sua supremacia em alguma jogada suja para derrubar a concorrência. Numa delas incluiu mecanismos complexos no Internet Explorer de forma a integrá-lo ao Windows Explorer (para navegar pelas pastas)  e com isso tornou impossível ao usuário excluí-lo. Ou seja, para o usuário leigo, que não quer ter o trabalho de escolher o navegador, este já vinha escolhido e como o IE não podia ser deletado, pra que instalar outro? A estratégia funcionou bem até o dia que a União Européia meteu-lhes um processo bilionário forçando Bill a voltar atrás.

Tecnologia – BHTRANS e Google Maps

janeiro 8, 2009

A BHTRANS estreou no final de 2008 uma parceria com o Google para prover rotas de transporte público. O serviço, apesar de não ser inédito, é sensacional. Você entra no site do Google Maps (http://maps.google.com)  e clica no link ‘Como chegar‘ informando o endereço de dois pontos (origem e destino). Em seguida escolhe se quer ver o resultado para trajetos à pé, de carro ou de ônibus. Rapidamente aparece traçado no mapa todo o itinerário da viagem.

Se a opção escolhida for ‘transporte público‘  ele te mostra as opções de linhas de ônibus para pegar, a quantidade de ônibus e o preço de cada tarifa. Bem como o tempo total da viagem.

Se for possível pegar mais de uma linha em pontos diferentes ele te mostra a distância a ser percorrida a pé até cada ponto e também as possíveis baldeações .

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Legal, mas o ó-do-borogodó mesmo são as informações ao vivo de tráfego que a Bhtrans agora disponibiliza. Não sei se tem como ver isso dentro do próprio Google Maps mas acessando o endereço http://infotrafego.pbh.gov.br você tem acesso ao mapa de tráfego de Belo Horizonte. É possível ver a situação de trânsito nas principais ruas e avenidas na região central da cidade delimitada pelo Cinturão da Contorno.

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As seguintes informações estão disponíveis:

-Ocorrências de obras e acidentes

-Nível de tráfego

-Pontos de Interesse

-Painéis de sinalização

-Câmeras

Os painéis de sinalização são aqueles letreiros digitais que mostram “Praça Sete trânsito intenso, evite a região“.

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E as câmeras são aquelas do Projeto Olho Vivo onde a prefeitura instalou diversas câmeras na cidade para dar informações sobre trânsito e etc. Agora as imagens estão na rede.

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Muito bom e acredito que isto seja só o começo dos novos tempos que estão chegando. Um serviço que, acredito que esteja em implantação, é você chegar no ponto de ônibus e descobrir o tempo previsto para a próxima partida. Em breve isso poderá também estar na net com a localização de cada ônibus e disponível no celular. É a tecnologia mudando a vida da gente, isso dá pra fazer.

Tecnologia – Na era da informação

dezembro 5, 2008

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Certa vez ouvi dizer que um único exemplar de um jornal de grande porte teria mais informação do que uma pessoa da idade média teria acesso em toda sua vida. E olha que nem estamos falando de internet, falamos de jornal impresso, coisa passada.

Hoje, quando o Google abre sua telinha em branco com um campo para pesquisa, podemos dar asas a imaginação e destrinchar todo o conhecimento e experiência que o homem adquiriu e compartilhou ao longo da história.

O problema nasce justamente da confiabilidade das informações. Um texto num blog, por exemplo, é conhecimento? Depende de quem escreve. Com a facilidade de qualquer um divulgar suas idéias, é natural que coisas sem consistência ou de mal gosto tenham público (o que não é o meu caso que conto com a visita das mentes mais apaixonadas pelo saber/entretenimento do mundo). Mas não fosse esta facilidade, eu mesmo não estaria aqui brincando.

Como separar então o joio do trigo? Não tem fórmula. Recomenda-se a prudência e o ‘pé atrás’. Cautela, calma, verificação de fonte e, (até por erros e acertos) voto de credibilidade no autor.

Mas hoje vivi uma experiência catártica, acompanhe o problema. Tempos atrás adquirimos uma filmadora MiniDV da Samsung. Ela tem as conexões USB 2.0 e Firewire. Até então, eu eterno leigo, não sabia o que cargas d´água era uma conexão Firewire mas após pesquisas no Google descobri que se tratava de uma conexão tal qual a USB porém mais rápida e ela seria necessária para fazer a captura do video em alta qualidade. Se a filmadora é digital e preza pela qualidade, então nada melhor do que utilizar todos os recursos, vamos entrar no Firewire.

Primeiro problema, meu micro não suporta.

Pesquisa aqui, pesquisa ali, descobri que algumas placas-mães novas vem com a conexão e não é o caso da minha. Mas nem tudo está perdido. Podemos adquirir uma placa PCI Firewire. R$30,00. Beleza! Adquirido, agora é só alegria.

Segundo problema, instalar a placa e reconhecer a filmadora.

Instalar a placa foi o de menos, só abrir, espetar, ligar de novo, conectar e… e nada. Não reconheceu, não deu o menor sinal de vida. Putz, e agora?

Terceiro problema, XP tem incompatibilidades.

Pesquisa aqui, pesquisa ali algum infeliz alerta: O Windows XP tem problemas de incompatibilidade com alguns dispositivos Firewire. Que beleza!!! Maravilha!! E só me avisam agora?? Então vamos à luta! Atualiza, atualiza, atualiza, scaneia, atualiza, desinstala, instala, desinstala, instala, tenta, tenta, tenta e de repente aparece uma mensagem diferente que eu não tinha reparado: “o windows tentou instalar num-sei-o-que e deu erro“.

Que curioso, pelo menos é um sinal de vida e o melhor, temos agora uma mensagem de erro (*). Oba! Nova pesquisa no Google com a mensagem e……… apenas um sujeito com o mesmo problema que eu. Pensei, ‘este infeliz está lá pedindo ajuda e eu vou engrossar o grito dos aflitos’. Quando entrei, para minha alegria, ele não estava reclamando, estava comemorando e querendo compartilhar a solução com os internautas.

Isso que dá gosto na humanidade, pessoas que querem divulgar o bem! O meu amigo narrou que ligou na Samsung, ligou na Microsoft, foi na Igreja e ninguém resolvia. A mensagem do erro era idêntica à minha. O que ele fez?? Trocou o cabo!! Simples assim?? Sim!!!! E ele jurou que funcionou. Não perdi tempo, corri na WAZ(**) e comprei um cabo novo (R$22,00).

Cheguei em casa, momento de tensão, filmadora e cabo na mão. Pluga, liga e FUNCIONA!!! Realmente a informação correta não tem preço. O negócio não é chegar e apertar um parafuso, é saber qual parafuso apertar. Fiquei tão feliz que vou compartilhar com vocês o link original que trata do problema.

Uma solução simples e exata que mata o problema que te esgotava, não tem preço.

(*) Exclamação no Gerenciador de Dispositivos: “Dispositivo de Classe 61883”

(**) Loja de Informática em BH, http://www.waz.com.br