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Tecnologia – Ubuntu e Eu [4]

maio 12, 2011

Ah, eu falhei! Eu sou um péssimo reviewer, desisto. Não que não tenha levado o plano de sobreviver com Ubuntu (e somente) no notebook à risca até hoje, 5 meses depois, mas falhei na narração de como foram estes dias “Windowsless” e cá entre nós, sinceramente falando, não voltei pra Microsoft ainda por preguiça.

Enfim, o Ubuntu é bom? É sim! É muito bom, e claro, de graça! Essa palavrinha linda, e no caso do Linux não vem acompanhada de armadilhas como nos “falsos-de-graça” de hoje em dia. À exemplo dos aplicativos para smartphones nos Market Places Android e Apple Store da vida onde você baixa o jogo/programa “de graça” e vem; ou recheado de propagandas insuportáveis ou é apenas um tira-gosto pra você comprar a versão FULL, essa palavrinha feia.

Mas ainda assim o Ubuntu tem uns probleminhas. É claro que talvez o problema seja eu e minha falta de vontade, mas um sistema que quer se popularizar não deveria, à primeira dificuldade, fechar a cara pro usuário e dizer “se vire” e sim adotar um espírito Santander do tipo “vamos fazer juntos?”

Para você ter idéia das dificuldades, não consegui instalar o Firefox 4 até hoje no computador porque não consegui! Eita burrice! Fui no site, fiz o download da versão para Linux mas não consegui achar jeito de clicar num arquivo e ele começar a instalar lindamente sozinho. Busquei ajuda porcamente aqui e ali no Google mas os fóruns longos, técnicos e fedendo a piadinha e gírias nerd me enjoam. Deixei pra lá.

Outro problema, esse sim mais grave, é o fato de estar achando o sistema consideravelmente mais lento. Às vezes abro 20 abas no Firefox e o bicho quase pede por favor para fazer alguma coisa. Se no meio destas tiver um ‘youtubezinho’ então, esquece.

Novamente busquei ajuda no Google sobre lentidão na internet no Ubuntu mas o resultado foi o mesmo.

Por fim, tem a inconveniência muito grande de não ter programas consagrados em versões livres e chic para Linux, à exemplo até mesmo de, pasme, Skype!

Não é que não tem Skype pro Ubuntu, tem sim, mas uma versão 2.0 com visual de 1970 que faz chorar de rir os usuários Windows 7 Skype 5.

Ainda assim, aquela vedete do momento, a tal da Cloud Computing Web 2.0 ajuda a minimizar boa parte deste lamento, uma vez que Facebook vai ser Facebook em qualquer navegador. Seja você preto, branco, Windows, Linux, Mac e quiçá; Android e iOS! O mesmo vale pro Gmail, Yahoo, Folha de São Paulo, Redtube 🙂 e companhia. O problema é que voltamos naquela questão da lentidão percebida.

E aí, como ficamos? Vim aqui me despedir e voltar pra Microsoft?
Ainda não, porque? Porque estou com preguiça. Além do mais vi no jornal que lançaram uma versão nova do Ubuntu então vou dar mais uma chance pro rapaz. Vou instalar a nova e QUEM SABE um dia, escrever alguma bobagem a respeito.

No mais, espero que o Google lance seu Chrome OS e possa assim adiar ainda mais o meu retorno cruel e insólito ao domínio do império.

Tecnologia – Ubuntu e Eu [1]

janeiro 12, 2011

Cansei do Windows! Na verdade, não é bem que eu canseeei mas cansei de fazer parte do sistema. Que sistema? Bem, é notório que hoje em dia em alguns lugares temos mais computadores do que gente e sabemos também que em cerca de 90% desses computadores o sistema operacional instalado é o Windows. Windows que é da Microsoft. Microsoft que é do Bill Gates. Bill Gates que é (ou está no TOP5) dos homens mais ricos do mundo. Ou seja, você usa o Windows, você ajuda o Bill.

Mas não precisava ser assim! Temos outras opções mais modernas, mais seguras e inclusive, mais baratas! Não só mais baratas, temos opções GRATUITAS! Agora imagine uma coisa, existe uma opção MAIS MODERNA, MAIS SEGURA e GRATUITA!! Não é perfeito? É!! E porque então utilizamos Windows em 90% dos computadores do mundo?? O Windows que não é gratuito, o Windows que não é barato, o Windows que não é confiável, o Windows, que o Windows, que o
Windows..? Porque fazemos parte do sistema! O sistema bem sucedido criado pela Microsoft! Dizem que eles fazem vista grossa com a pirataria residencial, como forma de ‘viciar’ o usuário para quando este chegar no ambiente de trabalho sentir a necessidade de trabalhar com máquinas Windows, porque simplesmente não sabe usar outra coisa.

Recentemente a prefeitura de Belo Horizonte radicalizou e mandou instalar Linux em tooodas as máquinas da máquina municipal. Com exceção de algumas administrativas e técnicas, o restante usaria a distribuição gratuita. Pois bem, um informante interno me confidenciou que não deu certo e o vírus vai voltando.

A PUC Minas, em iniciativa parecida, não tem mais licenças do Microsoft Office (já faz uns anos) e instala, pelo menos nos laboratórios dos alunos, o maravilhoso (e gratuito) Open Office. É certo que os alunos não gostam, mas quem gosta de mudança? É de graça sô! Então, na falta de outro padrão mundial, ficamos assim mesmo.

O que acontece é que de um tempo para cá a Microsoft vem colocando água no chope da rapaziada e já não se ativa um Windows com tanta facilidade quanto era na época do Windows XP e anteriores. O esquema começou a complicar e a ficar chato! Leia, chato! e não impossível. Tem que pegar programa aqui, ali, esquema de lá, um-disse-não-disse danado.

Ah sim, é ÓBVIO que temos também a opção de COMPRAR o sistema. Ou então, nos adaptarmos às versões Home Basic da vida que vem instalada em computadores Dell ou afins. Mas não vamos considerar esta opção, queremos liberdade e alternativas.

Para tudo temos o LINUX!

A história do Linux é bonita, cativante e não vem ao caso. O que devemos saber é que ele é um sistema operacional, moderno, confiável, gratuito e feito em forma de colaboração global. Software livre. E tem também um esquema de diferentes versões e distribuições da qual não quero aprofundar, tanto porque, sou leigo e não sei.

Foi então que no meio da confusão apareceu uma versão do Linux chamada UBUNTU voltada justamente para usuários leigos, preguiçosos e esperançosos de dias melhores. Eu! Faz tempo que venho namorando o Ubuntu e tentando me acostumar à idéia. Já baixei a imagem do cd diversas vezes, pedi o disco pelo correio e inclusive cheguei a instalar na máquina na forma de Dual Boot, deixando a opção de Windows + Linux. Infelizmente é claro que não deu certo, não porque o programa não funcionou, mas porque eu nunca tinha desejo de entrar no Ubuntu e acabava cedendo à facilidade da mesmice. Agora chega! Vou radicalizar! Pelo menos no netbook, my best friend. Formatar 100%, nada de deixar partiçãozinha socorro. Não! Vamos abraçar a causa e ver o que acontece. E para tanto, seguindo o exemplo de diversos outros blogs mundo afora, resolvi registrar a aventura no diário de bordo, a nossa novela eletrônica chamada “Ubuntu e Eu“. Esse primeiro post serviu apenas para descrever os motivos da jornada e nos próximos narrarei o passo a passo de problemas e benefícios encontrados de forma a incentivar toda a humanidade a refletir sobre o problema.

Boa sorte!

Tecnologia – Save as PDF

maio 27, 2010

Não sei se isso é novo ou velho, mas achei esta ferramenta gratuita da Microsoft que quebra um galho disgramado!

Chega de gambiarras ou impressoras PDF. Nada melhor e tão simples quanto, dentro do Word ou Excel (Office 2007) clicar em “Salvar Como PDF.

Simples assim.

>>> Download

Tecnologia – Otimização de Software

agosto 14, 2009

w7

Segundo definição do dicionário Michaelis, ‘otimizar‘ significa ‘tornar ótimo‘. A otimização de software então significaria melhorá-lo ou, levá-lo a um degrau mais próximo ao ótimo. Na disciplina de programação de microcontroladores vivemos às voltas com este bendito termo, tendo sempre que olhar o lado da otimização de firmware uma vez que os recursos de hardware disponíveis são modestos.

Como assim? Bem, isso quer dizer que você não tem memória infinita para escrever o seu programa. Você tem que, muitas vezes, utilizar macetes de programação ou sacadas geniais para atingir os mesmos objetivos. No software convencional isso não acontece muito. Porque? Ora, pois temos recursos de hardware às pampas e cada vez mais. Leia, HD gigantesco, memória gigantesca e capacidade de processamento gigantesca.

Qual a necessidade prática de quebrar a cabeça para fazer um programa com poucas linhas que irá ocupar, ao invés de 2Kbytes; 1Kbyte? Nenhuma. Mas, falando de microcontroladores, isso faz sim diferença.

Pois bem, no extremo da conversa parece que encontramos o Windows Vista, um sistema que é reconhecidamente devorador de recursos. Tanto que as exigências mínimas de hardware não são nada modestas, razão pela qual o sistema enfrenta forte resistência do mercado.

Agora, parece que finalmente a Microsoft aprendeu a lição básica e, no novíssimo Windows 7 (disponível para testes para aficionados, profissionais e entusiastas), a coisa cheira muuito melhor a ponto de funcionar perfeitamente até em equipamentos com parcos recursos computacionais, leia, Netbooks.

Foi assim que tive a oportunidade única de experimentar um netbook com o Windows XP e, o mesmo aparelho, com o Windows 7. Chegamos inclusive à façanha de obter melhores resultados de performance no W7 do que no XP. É bom lembrar que falamos de uma máquina com processador Atom de 1.6GHz e 1GB de RAM apenas.

Como assim, um sistema operacional novíssimo, mais leve, mais rápido, mais estável e mais bonito?

Otimização de software.

Boa!

Tecnologia – Microsoft + Yahoo! vs Google

julho 31, 2009

Certa vez uma professora me disse “o poder é indestrutível, o pessoal briga, briga, briga, faz oposição, pra que? Para tomar o poder.”

A Microsoft está hoje numa situação favorecida por conta de uma visão de negócio bem sucedida em outras épocas e também por incrível talento comercial. Veja bem, comercial e não técnico. O importante não é saber fazer, mas ser amigo de quem sabe, ou no caso da Microsoft, copiar mesmo.

Já o Google apareceu com serviços miraculosos que saltaram aos olhos de todos e ainda convenceu o mundo de que era possível ter soluções de qualidade e gratuitas. Hoje vemos que o gratuito não é bem fruto de mágica e sim de patrocínio e que o interesse do Google no comportamento dos usuários é sim preocupante.

Tempos atrás, falando em informática, haviam dois pólos principais no mundo, a Microsoft e a Apple. Quase que o bem contra o mau. A Microsoft fornecia soluções copiadas em larga escala a preços acessíveis (quase sempre com produtos porcos e defeituosos) já a Apple não só trazia inovações como lançava tendências, porém, para um público limitado e disposto a investir em tecnologia.

Hoje vemos que a Apple também não é lá flor que se cheire, mesmo mantendo razoável frequência em bons lançamentos (de hardware como Iphone, Ipod, Imac etc) vez por outra alguma tacada comercial deixa os fãs mais histéricos com a pulguinha atrás da orelha. Porque o bluetooth do Iphone é limitado para fone de ouvido e para enviar arquivos para outro dispositivo preciso utilizar o serviço pago de uma operadora? Porque só lançaram, a princípio, o Iphone pela AT&T? Pois é, quem tem o poder dita regras.

O Google, principal frente anti-Microsoft, já começa a mostrar as garrinhas e preocupar os usuários e como se não bastasse, o Yahoo agora cedeu a pressão e entrou para família Gates.

Será que é possível um software realmente gratuito e realmente de qualidade que podemos confiar? O Google ia bem, mas vale lembrar que o Google é uma corporação. Não confie em corporações pois eles tem objetivos financeiros.

Nestas horas nos lembramos do exemplo do Linux e da Mozilla Foundation (Firefox), rede internacional de colaboração mútua visando o bem estar geral. Será que podemos confiar nisso? Até agora sim.

Mas com esta história de fusão na informática, eu só sei de uma coisa…

E agora, quem poderá nos defender?

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Tecnologia – Está acontecendo de novo

abril 27, 2009

linux

Certa vez alguém me abriu os olhos para uma prática nefasta da Microsoft: “dar com uma mão e tirar com as duas.” Quando alguma empresa lançava um produto inovador e com boas perspectivas de mercado, a Microsoft lançava um concorrente mais barato (muitas vezes até de graça) e com isso conseguia quebrar o adversário. Feito isso, jogava o preço do seu produto nas nuvens.

Você já viu quanto custa o Windows original? E o Office? Um absurdo! Mas porque estes softwares ainda são utilizados quando existem excelentes opções gratuitas? Por uma questão muito prática, a Microsoft detém simplesmente o domínio total do mercado. Implante o Linux e o BROffice na sua empresa e tente contratar bons funcionários. Quantos candidatos vão aparecer? Quando se fala em Microsoft, estamos falando de 100% da sociedade porque, até os desafetos, sabem trabalhar neste ambiente.

Os primeiros netbooks que sairam, como tinham entre as prioridades o baixíssimo custo, vieram equipados com sistemas Linux (ou seja, de graça). Há cerca de 1 ano atrás, apenas 10% destes micros vinham com Windows. Após uma forte jogada comercial da Microsoft, e com o preço simbólico de 15 dólares para o Windows XP, hoje o número se inverteu radicalmente e atingiu 96%! É uma bela de uma guinada num intervalo curtíssimo de tempo.

Veja lá se a Microsft ia permitir uma atrocidade dessa, boa parte do mundo quebrando a cabeça para descobrir as maravilhas do Linux. E se eles resolvem transpor a experiência para o Desktop, para a escola e para o serviço? Pára! Vamos semear o Windows a preços módicos até que não se ouça mais falar em netbook com Linux. Quando isto acontecer, aí sim, praticamos o preço normal, garantimos monopólio e acabamos com este câncer que insiste em querer nascer, que é o tal do “software livre“.

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