Posts Tagged ‘thriller’

Música – 3 years old Thriller

julho 3, 2009
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Música – Seriado The Jacksons

julho 2, 2009

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Dizem que no atual testamento de Michael Jackson ele deixa tudo para a mãe e para os filhos. O pai, Joseph Jackson, teria ficado de fora assim como a ex-mulher barriga de aluguel Debbie Rowe.

Ontem re-assisti a mini-série exibida na Globo nos anos 90 chamada The Jacksons: An American Dream e ela ajuda a explicar a origem de tudo, desde a solidão e excentricidade de Michael até o desafeto de todos pelo pai.

Na internet é possível encontrar o DVD original da série, que possui 4 capítulos, mas o nostálgico mesmo é assistir o programa que passou na Globo, ripado de VHS, dublado em português e até com aquelas chamadas “no último programa aconteceu isso, isso e isso” com aquela voz de chamada de Globo Repórter.

LINK : http://www.reidopop.com/mjbeats/showthread.php?t=5004

LINK2: http://www.4shared.com/dir/4703923/430c9971/sharing.html

O início da série vai além do nascimento do Jackson 5 e mostra o começo do namoro de Joseph e Katherine Jackson. Ele, metalúrgico e músico nas horas vagas, tinha o sonho de largar a indústria e ganhar dinheiro com arte. Entre uma demissão e outra sempre montava um conjunto para ganhar uns trocados mas tão logo arrumava outro bico deixava o sonho de lado.

Um dia, chegando do trabalho, Joseph descobriu que um dos filhos havia mexido em sua guitarra, e pior, mexiam sempre. Mal sabia ele que durante o dia rolavam verdadeiras festas musicais em sua residência durante a faxina da casa. Desconfiado do que poderia estar acontecendo, Joseph reuniu a família, entregou a guitarra a Tito e disse “eu quero ver você tocando, e é melhor tocar direito“. O menino amedrontado se levantou com o instrumento em punho e soltou a voz. Logo os irmãos entraram acompanhando e mostraram os primeiros passos de dança que já vinham ensaiando. Nascia assim os Jackson 4.

Michael queria muito entrar mas por ser tão pequeno era ignorado pelo pai e pelos irmãos. Foi numa apresentação da escola que seu talento apareceu pela primeira vez, cantando sozinho pegou a todos de surpresa fazendo sua mãe dizer “acho que agora os Jackson 4 são Jackson 5.”

A mini-série vai caminhando pelas dificuldades da família e primeiros acertos do grupo. Concursos musicais e pequenos shows. Um dia os Jacksons ganharam um televisor colorido ficando em segundo lugar num concurso. Joseph deixou o prêmio para trás, amargurando os meninos, e dizendo ‘os Jacksons não ficam em 2º lugar, precisamos treinar mais, precisamos de mais dança‘.

Outro momento marcante foi a apresentação para o diretor da gravadora Motown, onde fizeram história e foram içados ao sucesso mundial. Não fosse a insistência de sua assessora talvez o diretor não perdesse tempo com um grupo de crianças mas foi só ver o gingado da banda com a voz e deslizes de Michael Jackson que ele não teve mais dúvida, contratou os irmãos.

Daí para frente são shows, discos, estúdio, viagem, fãs, histeria, sucesso, casa, mansão, dinheiro e fortuna. Só uma coisa nunca mudou, a rigidez estúpida de Joseph Jackson que mesmo depois do sucesso controlava não só a carreira como a vida pessoal dos filhos.

No início dos anos 80 o mundo estava passando por várias mudanças no cenário musical e talvez não houvesse mais espaço para o Jackson5, por outro lado, o talento solo de Michael precisava ser manifestado. Lançou o disco Off The Wall e, dizem, que sozinho vendeu mais que toda a obra dos Jacksons. A sorte estava lançada e era um caminho sem volta, o próximo disco, que enterraria o Jackson 5 e consolidaria Michael como rei do Pop, além de se transformar no maior sucesso comercial da história da música, foi Thriller.

Em 1984, atendendo aos apelos da mãe, dos irmãos e ainda com palpites marketeiros (e bem sucedidos) do pai, Michael Jackson se reúne ao Jackson 5 para a turnê de despedida Victory. A mini-série acaba aí.

Para termos idéia do sucesso da turnê e da força do Rei no auge, basta relermos a Veja do dia 18 de julho de 1984 (disponível para assinantes no site) que trás Michael na capa e comenta bastidores do show.

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A mini-série The Jacksons ajuda a entender a fase ascendente de Michael Jackson. Para entender o que veio depois (plástica, pedofilia e bizarrices gerais) recomendo assistir ao documentário da BBC chamado Living With Michael Jackson, que eu já assisti e escrevo aqui em breve.

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Trecho da reportagem: “Naquele instante, usando um dos acessórios indispensáveis de seu vestuário, ele iniciava de maneira triunfal a primeira apresentação de Victory, o show musical mais caro, espetacular e controvertido dos últimos anos, reunindo Michael e seus cinco irmãos do conjunto The Jacksons.

Música – Michael Jackson

junho 29, 2009

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Não foi pela MTV muito menos pelo Fantástico. Conheci Michael Jackson em 1982, quando então com 2 anos, um amigo do meu pai me presenteou com o grande LP do ano, Thriller.

Mais tarde, não sei presente de quem, meu pai trouxe para casa uma fita VHS com o making of completo do videoclipe da música que dava nome ao disco, o mesmo Thriller. Além de trazer os mais de 10 minutos do clipe, a fita mostrava etapas de maquiagem  (com os mortos-vivos e o lendário lobisomem), efeitos especiais da transformação, edição de áudio, ensaio da coreografia, entrevista com John Landis (diretor) e o próprio Michael, entrevista com fãs e trechos de imagens de arquivo como o clipe de Beat It, alguma coisa de Jackson 5 e o histórico Moonwalk durante Billie Jean na festa da Motown.

Procurei a fita para relembrar aqueles momentos e não encontrei, deve estar perdida no meio de alguma bagunça. Na verdade acho que hoje é possível assistir ao mesmo documentário no YouTube. Só o fato da fita ainda existir já é quase um milagre, não sei como ela não rasgou ou furou, afinal, não foram nem 1 ou 2 dezenas de vezes que ela tocou e sim centenas de exibições sempre marcadas pela tentativa de imitar a coreografia ou pelo olhar amedrontado de quem se intimidava pelo terror.

Nos anos 80, quase todos que foram à minha casa assistiram uma sessão do video. A visita chegava e meu pai já dizia “coloca o Michael Jackson!” E todos comentavam ‘esse cara é foda hein‘.

No domingo 21 de junho de 2009, durante um almoço de família, uma tia lembrou saudosa: “ah esses meninos eram terríveis, colocavam o monstro de Michael Jackson na televisão e ficavam me chamando pra assistir, eu não gostava de ver aqueles defunto dançando e tinha medo, mas eles riam e riam e ficavam imitando.” No dia 25 de junho a notícia da morte do cantor pegou a todos de surpresa. Liguei pra mesma tia e ela disse “lembrei de vocês pequenos, ainda no domingo a gente falava dele né?“.

Ao acompanhar o noticiário e posteriormente assistindo os documentários sobre o rei do pop que pipocavam para todos os lados, lembrei, mas não de Michael. Não de lobisomem, Thriller, moonwalk, robô, chapéu, luva, vitiligo, pedofilia nada disto. Eu lembrei de mim. Quantas vezes assisti a cada um daqueles clipes? E quantas vezes o mesmo clipe me surpreendeu novamente? Quantas vezes redescobri o talento de Michael Jackson? A princípio eu gostava do visual e dos efeitos especiais, depois descobri a música. Com o tempo descobri o Jackson 5 e tudo fazia sentido, tudo se encaixava. Quem escuta Michael com menos de 10 anos cantando diz ‘está aí o futuro rei’ e não deu outra.

Infelizmente, nos últimos anos, parece que Michael se esforçou ao máximo para quebrar tudo que construiu, dentre elas, a profunda admiração que cativou numa geração inteira. Não havia nada mais triste que, ao longo dos anos, conviver com o deboche das pessoas que riam do seu branqueamento, do seu cabelo, nariz fino, lábios finos e posteriormente, o pior de todos, acusação de pedofilia. O pior entretanto, é que o próprio Michael não nos deixou escolha. Como defender um cara daqueles? Não era a mesma pessoa, não podia ser. Parece que Michael (o gênio) entrou em coma em meados dos anos 90 e só saiu agora quando seu corpo físico não suportou mais tamanha insanidade.

Com a notícia da morte o mundo pôs os pés no chão. Ao invés de incriminá-lo e ridicularizá-lo vieram as devidas e emocionantes homenagens que estavam adormecidas pelos escândalos dos últimos anos. Afinal de contas, Michael Jackson não era isso ou aquilo, ele era tudo isso. Desde as surras de criança até a acusação de pedofilia, tudo compôs o universo Michael Jackson e não fosse um destes elementos, positivos ou negativos,  a história seria outra e talvez o grande artista, ou gênio, não tivesse se manifestado.

Ficam os escândalos, insanidades mas fica também a atitude, a dança e o suingue daquele que quebrou barreiras e mudou a história do showbusiness.

Pelos meus anos 80, valeu Michael!

Música – All Nightmare Long video

dezembro 17, 2008

O novo video do Metallica do disco Death Magnetic é da música All Nightmare Long. O clipe mistura documentário com animação e cria um clima meio Thriller e A Volta dos Mortos Vivos.

A banda não participa. Acho que foi a melhor alternativa que acharam pra um clipe de música de 8 minutos, contar uma historinha. A música é boa. O video é meio estranho, mas é legal. Só assistindo…