Posts Tagged ‘windows xp’

Tecnologia – Ubuntu e Eu [1]

janeiro 12, 2011

Cansei do Windows! Na verdade, não é bem que eu canseeei mas cansei de fazer parte do sistema. Que sistema? Bem, é notório que hoje em dia em alguns lugares temos mais computadores do que gente e sabemos também que em cerca de 90% desses computadores o sistema operacional instalado é o Windows. Windows que é da Microsoft. Microsoft que é do Bill Gates. Bill Gates que é (ou está no TOP5) dos homens mais ricos do mundo. Ou seja, você usa o Windows, você ajuda o Bill.

Mas não precisava ser assim! Temos outras opções mais modernas, mais seguras e inclusive, mais baratas! Não só mais baratas, temos opções GRATUITAS! Agora imagine uma coisa, existe uma opção MAIS MODERNA, MAIS SEGURA e GRATUITA!! Não é perfeito? É!! E porque então utilizamos Windows em 90% dos computadores do mundo?? O Windows que não é gratuito, o Windows que não é barato, o Windows que não é confiável, o Windows, que o Windows, que o
Windows..? Porque fazemos parte do sistema! O sistema bem sucedido criado pela Microsoft! Dizem que eles fazem vista grossa com a pirataria residencial, como forma de ‘viciar’ o usuário para quando este chegar no ambiente de trabalho sentir a necessidade de trabalhar com máquinas Windows, porque simplesmente não sabe usar outra coisa.

Recentemente a prefeitura de Belo Horizonte radicalizou e mandou instalar Linux em tooodas as máquinas da máquina municipal. Com exceção de algumas administrativas e técnicas, o restante usaria a distribuição gratuita. Pois bem, um informante interno me confidenciou que não deu certo e o vírus vai voltando.

A PUC Minas, em iniciativa parecida, não tem mais licenças do Microsoft Office (já faz uns anos) e instala, pelo menos nos laboratórios dos alunos, o maravilhoso (e gratuito) Open Office. É certo que os alunos não gostam, mas quem gosta de mudança? É de graça sô! Então, na falta de outro padrão mundial, ficamos assim mesmo.

O que acontece é que de um tempo para cá a Microsoft vem colocando água no chope da rapaziada e já não se ativa um Windows com tanta facilidade quanto era na época do Windows XP e anteriores. O esquema começou a complicar e a ficar chato! Leia, chato! e não impossível. Tem que pegar programa aqui, ali, esquema de lá, um-disse-não-disse danado.

Ah sim, é ÓBVIO que temos também a opção de COMPRAR o sistema. Ou então, nos adaptarmos às versões Home Basic da vida que vem instalada em computadores Dell ou afins. Mas não vamos considerar esta opção, queremos liberdade e alternativas.

Para tudo temos o LINUX!

A história do Linux é bonita, cativante e não vem ao caso. O que devemos saber é que ele é um sistema operacional, moderno, confiável, gratuito e feito em forma de colaboração global. Software livre. E tem também um esquema de diferentes versões e distribuições da qual não quero aprofundar, tanto porque, sou leigo e não sei.

Foi então que no meio da confusão apareceu uma versão do Linux chamada UBUNTU voltada justamente para usuários leigos, preguiçosos e esperançosos de dias melhores. Eu! Faz tempo que venho namorando o Ubuntu e tentando me acostumar à idéia. Já baixei a imagem do cd diversas vezes, pedi o disco pelo correio e inclusive cheguei a instalar na máquina na forma de Dual Boot, deixando a opção de Windows + Linux. Infelizmente é claro que não deu certo, não porque o programa não funcionou, mas porque eu nunca tinha desejo de entrar no Ubuntu e acabava cedendo à facilidade da mesmice. Agora chega! Vou radicalizar! Pelo menos no netbook, my best friend. Formatar 100%, nada de deixar partiçãozinha socorro. Não! Vamos abraçar a causa e ver o que acontece. E para tanto, seguindo o exemplo de diversos outros blogs mundo afora, resolvi registrar a aventura no diário de bordo, a nossa novela eletrônica chamada “Ubuntu e Eu“. Esse primeiro post serviu apenas para descrever os motivos da jornada e nos próximos narrarei o passo a passo de problemas e benefícios encontrados de forma a incentivar toda a humanidade a refletir sobre o problema.

Boa sorte!

Tecnologia – Otimização de Software

agosto 14, 2009

w7

Segundo definição do dicionário Michaelis, ‘otimizar‘ significa ‘tornar ótimo‘. A otimização de software então significaria melhorá-lo ou, levá-lo a um degrau mais próximo ao ótimo. Na disciplina de programação de microcontroladores vivemos às voltas com este bendito termo, tendo sempre que olhar o lado da otimização de firmware uma vez que os recursos de hardware disponíveis são modestos.

Como assim? Bem, isso quer dizer que você não tem memória infinita para escrever o seu programa. Você tem que, muitas vezes, utilizar macetes de programação ou sacadas geniais para atingir os mesmos objetivos. No software convencional isso não acontece muito. Porque? Ora, pois temos recursos de hardware às pampas e cada vez mais. Leia, HD gigantesco, memória gigantesca e capacidade de processamento gigantesca.

Qual a necessidade prática de quebrar a cabeça para fazer um programa com poucas linhas que irá ocupar, ao invés de 2Kbytes; 1Kbyte? Nenhuma. Mas, falando de microcontroladores, isso faz sim diferença.

Pois bem, no extremo da conversa parece que encontramos o Windows Vista, um sistema que é reconhecidamente devorador de recursos. Tanto que as exigências mínimas de hardware não são nada modestas, razão pela qual o sistema enfrenta forte resistência do mercado.

Agora, parece que finalmente a Microsoft aprendeu a lição básica e, no novíssimo Windows 7 (disponível para testes para aficionados, profissionais e entusiastas), a coisa cheira muuito melhor a ponto de funcionar perfeitamente até em equipamentos com parcos recursos computacionais, leia, Netbooks.

Foi assim que tive a oportunidade única de experimentar um netbook com o Windows XP e, o mesmo aparelho, com o Windows 7. Chegamos inclusive à façanha de obter melhores resultados de performance no W7 do que no XP. É bom lembrar que falamos de uma máquina com processador Atom de 1.6GHz e 1GB de RAM apenas.

Como assim, um sistema operacional novíssimo, mais leve, mais rápido, mais estável e mais bonito?

Otimização de software.

Boa!

Tecnologia – Está acontecendo de novo

abril 27, 2009

linux

Certa vez alguém me abriu os olhos para uma prática nefasta da Microsoft: “dar com uma mão e tirar com as duas.” Quando alguma empresa lançava um produto inovador e com boas perspectivas de mercado, a Microsoft lançava um concorrente mais barato (muitas vezes até de graça) e com isso conseguia quebrar o adversário. Feito isso, jogava o preço do seu produto nas nuvens.

Você já viu quanto custa o Windows original? E o Office? Um absurdo! Mas porque estes softwares ainda são utilizados quando existem excelentes opções gratuitas? Por uma questão muito prática, a Microsoft detém simplesmente o domínio total do mercado. Implante o Linux e o BROffice na sua empresa e tente contratar bons funcionários. Quantos candidatos vão aparecer? Quando se fala em Microsoft, estamos falando de 100% da sociedade porque, até os desafetos, sabem trabalhar neste ambiente.

Os primeiros netbooks que sairam, como tinham entre as prioridades o baixíssimo custo, vieram equipados com sistemas Linux (ou seja, de graça). Há cerca de 1 ano atrás, apenas 10% destes micros vinham com Windows. Após uma forte jogada comercial da Microsoft, e com o preço simbólico de 15 dólares para o Windows XP, hoje o número se inverteu radicalmente e atingiu 96%! É uma bela de uma guinada num intervalo curtíssimo de tempo.

Veja lá se a Microsft ia permitir uma atrocidade dessa, boa parte do mundo quebrando a cabeça para descobrir as maravilhas do Linux. E se eles resolvem transpor a experiência para o Desktop, para a escola e para o serviço? Pára! Vamos semear o Windows a preços módicos até que não se ouça mais falar em netbook com Linux. Quando isto acontecer, aí sim, praticamos o preço normal, garantimos monopólio e acabamos com este câncer que insiste em querer nascer, que é o tal do “software livre“.

linux2

Tecnologia – Memories on TV

dezembro 17, 2008

wmm2

Hoje em dia é tudo digital, e cada vez mais serão as coisas. Tanto trabalho quanto lazer e quem sabe até se não vira tudo virtual mesmo tipo Matrix ou, num primeiro passo, como no filme Demolidor (com Stallone) onde as pessoas só transam em realidade virtual por considerar a prática física suja e susceptível a doenças. O filme é no futuro.

Mas falando da nossa quase virtual realidade, hoje em dia todo mundo tem uma máquina digital e adora registrar os momentos.  Com a facilidade de tirar e apagar fotos uma simples cerveja no buteco da esquina pode render mais de 100 cliques dos mais afoitos, dos quais 99% podem ser descartados. Este 1% restante seria interessante ser impresso (revelado) e guardado com o devido cuidado ou então você pode abraçar o século XXI e se divertir com as novas formas de guardar lembranças.

Estou falando da edição de videos caseiros. Você começa com o trivial. O video é mais uma apresentação deluxe. Apenas fotos que vão se sobrepondo com uma música ao fundo.

Bem, até aí o PowerPoint dá conta do recado. Para melhorar você começa a colocar efeitos de transição. De uma foto pra outra a imagem recorta, dobra, explode. Então você pica a música e escolhe só aquela parte especial. Ou então coloca várias músicas! E que tal colocar um título? Ou um título animado, com várias fontes e tamanhos? Muito bom! Mas o melhor ainda está por vir. Com a mesma facilidade que você trabalha as fotos você inclui videos e novamente vários efeitos estarão disponíveis anciosos para fazer a sua alegria.

Ok doutor já me convenceu! O que preciso? Vamos lá:

1) das mídias originais (as fotos, músicas e videos)

2) computador básico (só para fotos ), melhorzin (para vídeos)

3) o software!

Esta é a questão, o software. Acho que todo mundo já devia desconfiar que era possível fazer esse tipo de trabalho mas ninguém talvez soubesse que isso estava tão próximo de nós. Para meu espanto o Windows XP já vem com um programa destes incluído na sua bagagem. E não é um programa basicão não, ele é bem completo e satisfatório! Estamos falando do Windows Movie Maker.

Para começar a brincar não precisa nem de tutorial nem de curso, apenas de bom senso e um pouco de curiosidade. O programa (como os outros) é bem intuitivo e com a facilidade do arrasta aqui, estica ali, e em poucos minutos você tem uma obra de arte.

wmm

Claro que outros programas mais completos estão disponíveis no mercado e também uma infinidade de basicões que atendem a demanda. Dentre os quais o simpático Memories on TV que resume a idéia da coisa.

wmm3

No time dos mais completos se destacam o Sony Vegas e o ULead (que eu mais uso).

O bom de fazer este trabalho com as suas fotos é tornar a experiência de assistir, algo mais prazeroso e notável, você pode gravar o video num CD e aprensetá-lo na televisão. Ou até no YouTube para compartilhar com aqueles que estão longe.

Então é isso, mãos à massa e boa edição. Vamos lá, você consegue! Levante-se há um diretor dentro de você!

Para ilustrar o post vou colocar o meu trabalho mais simpático dos últimos anos que foi um video que fiz sobre o Carnaval de 2008.

Notas sobre o video:

1) A música CRÉU tocou pelo menos 10 vezes por dia nos 4 dias de festa.

2) Uma das pessoas da casa jura ter visto um espírito no seu quarto mexendo nas suas coisas.

3) Num dos quartos tinha uma foto de uma criança com um ganso, chegamos à conclusão de que o “Menino do Ganso” estava assombrando a casa.

4) Durante a noite, na Bartucada, nasceu a Dança do Menino do Ganso (que inspirou Tarantino) e por algum motivo as fotos deste momento ficaram distorcidas.